terça-feira, 28 de agosto de 2007

DISSE ME DISSE




“Deleitar-se-á no temor do Senhor; não julgará segundo a VISTA dos seus olhos, nem repreenderá segundo o OUVIR dos seus ouvidos”; Isaías 11:3

Ai, quem pode negar que muitas vezes escutou que fulano... e já passou adiante o comentário; às vezes sem nem pelo menos considerar se quem contou merece crédito ou dar uma oportunidade a fulano de contar sua versão, na maioria das vezes totalmente diversa da que ouviu.
Tratando deste assunto, o personagem bíblico que mais me impressiona, por sua grandeza de alma e prova de um amor profundo, é José, o pai adotivo de Jesus.

Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar resolveu deixa-la secretamente. Mateus 1:19.

Ele teria todo direito de ficar indignado contra Maria e até repudiá-la, principalmente porque ela já era sua esposa e o adultério era um caso imperdoável na cultura judaica. No entanto, nele estavam entranhados princípios cristãos muito elevados. Ele preferiu, então, sair como o vilão da história e deixar Maria com sua barriga arranjada em um suposto ato de traição contra ele. Não podemos nem imaginar a dor que ele sentiu, já que deveria ter o melhor conceito possível dela como serva do Senhor.
Por que então temos tanta facilidade em nos envolvermos em DISSE ME DISSE? Uns mais outros menos, mas a verdade é que todos nós temos. E devemos ter a lealdade de assumirmos nosso pecado, admitindo que seja porque ainda não amamos como nos ensina nosso amado Pedro:

“Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor COBRE multidão de pecados”. 1ªPedro 4:8.





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