segunda-feira, 27 de agosto de 2007

FALARAM DE MIM



E também os que passam não dizem: A benção do Senhor seja convosco! Nós vos abençoamos em Nome do Senhor! Salmo 129:8.

Era um costume em Israel que os transeuntes ao passarem pelos ceifeiros assim lhes saudassem recebendo em resposta a mesma saudação.
Muitos de nós ficamos amargurados, machucados, revoltados quando sabemos que alguém falou mal de nós, expondo-nos a julgamentos injustos. E às vezes vamos até tirar satisfação com a pessoa que nos difamou, etc. No entanto quantas vezes nós mesmos já não nos ajuntamos com aquela pessoa que falou de nós e falamos de outros, sem que isso nos causasse nenhum incômodo?

“Pois em seu coração você sabe que muitas vezes você também falou mal de outros”. Eclesiates 7:22. (NVI).

Tornamo-nos verdadeiros hipócritas quando nos derramamos em críticas contra o maledicente. Não podemos deixar de reconhecer que uns falam mais outros menos, mas que todos nós, aqui ou acolá, falamos de alguém. E muitas vezes quando somos alertados para o nosso pecado, ficamos contrariados e ainda dizemos: Mas eu estou dizendo a verdade. Só que não queríamos ouvir que ninguém dissesse uma má verdade sobre nós e ainda mais sem estarmos presentes para algum esclarecimento.
Muitos até acreditam que não seja maledicência quando se está comentando algo que realmente aconteceu ou que é verdadeiro na vida da pessoa em avaliação, desde que a pessoa não seja ela. No entanto, a palavra maledicência significa a ação ou hábito de falar mal de alguém. Existem então muitas maneiras de se comentar mal das pessoas; por essa razão o apóstolo Pedro recomenda:
“Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e inveja e de toda sorte de maledicências”. 1ª Pedro 2:1.

Com certeza, deixando essa prática perniciosa, teremos maior paz com Deus e evitaremos desgastes emocionais para alguém e para nós.
Que tal aprender com os judeus a abençoarmos? Conheci essa prática também em Santa Cruz de La sierra, em Bolívia. Quando nos despedíamos após o culto as pessoas nos diziam: Bendiciones! Como eu gostava de ouvir aquela ministração. (Leia aqui no site: “Disse Me Disse



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