terça-feira, 28 de agosto de 2007

NÃO FUI COM A CARA





“Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine”. 1ª Coríntios 13:1.

Lembro-me de quando ministrávamos a um grupo de mulheres; terminada uma reunião, uma novata pediu-me para conversar comigo. Era uma mulher muito bonita e estava com um penteado muito sofisticado, dando-lhe uma aparência fútil. Olhei-a com antipatia (sou do tipo que os sentimentos afloram). Ela então, expôs o problema dela, que contribuiu mais ainda para minha intolerância por ela. Ela sabia que estava errada. E por ser uma mulher perspicaz e de uma maravilhosa inteligência, me irritei mais ainda, porque ela não necessitava que alguém lhe dissesse que havia pecado. Mesmo que fosse uma pessoa totalmente desprovida de senso, sabia que havia pecado.
Apesar da minha clara rejeição, ela continuou freqüentando as nossas reuniões. Começamos então a nos conhecer. O resultado é que nos tornamos grandes amigas.
Era uma mulher de uma beleza espiritual latente. Com a convivência, logo descobrimos o quanto ela seria útil no reino. Começamos a fazer reuniões de oração na sua casa, comer juntas, ouvir-nos mutuamente como mães e esposas, desenvolvendo assim laços que ficarão para a eternidade.
Graças a Deus, logo no início da nossa conversão, conforme a mensagem “Exercitando O Perdoar”, Deus nos ensinou que o verdadeiro cristão é aquele que ama. Ama sem acepção. Antipatia não é sentimento que deva ser nutrindo jamais por um verdadeiro cristão.
Se alguém disser: Amo a Deus, e aborrece o seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. 1ª João 4:20. Lutemos, pois, para AMAR.



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