domingo, 26 de agosto de 2007

PAVÊ OU SORVETE




Estava só em casa. Meu coração estava profundamente ferido com o descaso de algumas pessoas que estavam pondo muitas condições para realizarem o mínimo para Deus. Eram apenas aquelas pessoas com as quais poderíamos contar.
Conversando com Deus, falei pra ele da minha tristeza e lhe disse: queria tanto um carinho Teu. Mas não quero espiritual, quero uma coisa aqui da terra, bem humana. Poso fazer, mas eu gostaria que você me desse ou um pavê ou sorvete. Continuei na minha tarefa, quando tocou a campainha, era um adolescente. Entrou com uma sacola na mão e cantou: Trouxe um presente pra mãe e pro filho, entregando-me a sacola. Era o sorvete. Não podia crer. Olhei pra cima e ri; não lhe falei nada no momento. Ele se foi.
Almocei e deitei. Não consegui cochilar então, comecei a ler. Não me concentrei, levantei e fui para sala. Ali estava meu marido, sentado. Ele havia chegado exatamente da casa da tia daquele adolescente, e me falou: olha na geladeira. Tem um pavê para você. Abobalhada, lhe perguntei: o quê? É, a Marluce mandou. É de maracujá.
Como tem sido o seu relacionamento com Deus? Lembra-se de Pedro, quando estava preso e o anjo foi soltá-lo, como ele cuidou dos pés de Pedro?
Aquela foi uma atitude que muito me emociona. “... Cinge-te e calça as sandálias”. Atos 12:8. O que nos molesta, fere o coração do Pai. Somos a menina dos seus olhos. Zacarias 2:8. Acreditemos que Ele se importa plenamente conosco.



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