domingo, 26 de agosto de 2007

TEMOS QUE MORRER

Jesus pediu: “Pai, se possível, passa de mim este cálice.” Se Deus houvesse atendido, hoje, nós não estaríamos salvos. Jesus não teria triunfado, nem iria ver o fruto do Seu penoso trabalho. Se nós não tomarmos todo o nosso cálice até a última gota, não seremos crucificados plenamente com Cristo. Só podemos ter a vitória final se morrermos à semelhança de Cristo. “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.” João 12:24. Nosso cálice poderá ser minimizado, nossa salvação negligenciada. No deserto não há flores, a terra é seca, o sol causticante. Pode não haver um amigo que caminhe conosco, pode nem sequer haver estrelas em nosso céu. Mas uma coisa é segura: O Grande El Shaday estará conosco; Ele caminhará lado a lado conosco. Ele prometeu: “Eu nunca te deixarei nem te desampararei.”. Por mais duro que tenha sido o sofrimento de Jesus, ainda quando Ele foi desamparado pelo Pai, Ele não ficou amargurado, com ódio, ou triste com Deus, mas mesmo chegando até a morte, Ele disse:
-Em Tuas mãos entrego, Pai, Meu Espírito. Confiou até na morte que o Pai era fiel.
Mesmo tendo sido abandonado na hora em que Ele mais precisava do Pai. Temos que morrer. E, ao tomarmos a última gota, dizer como nosso Grande Mestre: Em Tuas mãos entrego o meu espírito.



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