domingo, 26 de agosto de 2007

TRAIÇÃO! PERDÃO?




Sim perdão! A questão é colocar-se na pele do (a) traidor (a). Poderia ser eu quem houvesse traído e não ele (a).
Como eu queria ser tratado (a)?
Gostaria de ser ouvido (a), compreendido (a) e perdoado (a)? Queria que aquele pecado fosse jogado no mar do esquecimento? Queria que se tornasse um bilhete queimado? Queria que não o (a) congelassem em seu erro?
Quantos queriam mais!
Que meus filhos nunca soubessem, e, se tornasse público, que eles me perdoassem, e continuassem me respeitando e confiando em mim como antes. Queria que todos os meus parentes e os dele (a), e os amigos, fizessem também o mesmo, etc.

Esta é a mensagem de Jesus: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”. João 8:7b.

“Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo”. Tiago 2:13.

Não há justificativa para qualquer classe de pecado. No entanto, não podemos negar que muitas vezes uma pessoa está tão fragilizada, tão machucada, com a auto-estima tão lá em baixo, que se torna vulnerável a um romance extraconjugal que lhe faça sentir-se humano e, como tal, amado, respeitado, desejado, valorizado, e se envolve nessa trama tão maligna, que acaba por destruir, na maioria das vezes, toda sua família. E, embora a outra parte tenha tido uma cota de responsabilidade por toda essa realidade que tornou seu parceiro (a) tão suscetível ao pecado da traição, nem se dá conta do mal tão terrível que causou e começa apenas a jogar pedras.
Por outro lado, não podemos negar que há seres humanos tão doentes de caráter, tão obcecados pelo pecado, que não conseguem ser fiéis nem mesmo a pessoa que ama. Mesmo que sejam perdoados mil vezes, mais mil se puderem, farão o mesmo. Seria melhor que não se unissem a ninguém através do matrimônio.
Se alguém se presta a viver com uma pessoa tão degenerada, se deduz que esta pessoa não tem absolutamente nenhum amor próprio.
Em suma, nosso objetivo é lembrar que devemos perdoar sempre, se quisermos ser perdoados. “Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. Mateus 6:15.



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