quarta-feira, 26 de setembro de 2007

FARISEU OU PUBLICANO



Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. 2ª Timóteo 4:3,4.

É óbvio que já estamos vivendo esse tempo. Surpreendemo-nos, apesar da previsão bíblica, com a quantidade de “sábios” que têm interpretado a palavra de modo a dar uma liberdade, para não dizer libertinagem, àqueles que não querem viver a santidade de Cristo. Dominados por sabedoria humana da qual a bíblia fala bem claramente: “Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles. (1ª Coríntios 3:19)”, querem contextualizar a bíblia de modo agradável aos seus seguidores, tornado-se eles verdadeiros “deuses”, recebendo, portanto, a glória e a honra que almejam.
Falam arrogantemente contra a igreja como instituição, ignorando que todos nós fazemos parte desta organização e também somos responsáveis pelas desonestidades, hipocrisias, e tantas outras mazelas que apodrecem o organismo. Não podemos criticá-la com tanta morbidez como se não estivéssemos fazendo uma autocrítica, como fazia o fariseu que em pé orava de si para si mesmo, enquanto listava diante de Deus suas qualidades “espirituais”.
Somos todos indignos da misericórdia de Deus, porque Ele conhece as nossas ambigüidades. Embora desejemos com todo nosso coração andar na Sua presença e sermos perfeitos, não podemos duvidar que aqueles que hoje parecem joios nos surpreenderão como verdadeiros trigos amanhã.
O sistema não existe por si só, ele foi emaranhado por homens como nós e, cada um de nós, mesmo os que chegaram depois, teve com certeza sua parcela de contribuição para todo este caos. Não queiramos, portanto, fugir, sermos covardes diante da realidade patente do sistema, mas confrontemos-nos, e em vez de atirarmos pedras lembremo-nos da oração profunda de Nosso Senhor Jesus Cristo: ... a fim de que todos sejam um; e como És Tu, Ó Pai, em mim e Eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que Tu me enviaste. João 17:21.
Golpeemos, pois, nosso peito clamando: Ó Deus sê propício a mim, pecador! E lutemos para ver a igreja de Cristo restaurada, conscientes sempre que sua verdadeira noiva só será identificada por Ele. Guiomar Barba.



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