domingo, 9 de setembro de 2007

O AMOR


Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
Então o que é amar?
É ser paciente, benigno, não arder em ciúmes, não ser orgulhoso, não ser soberbo, não ser inconveniente, não buscar seus interesses, não se exasperar, não se ressentir do mal; não se alegrar com a injustiça, mas regozijar-se com a verdade; tudo sofrer, tudo crê, tudo esperar, tudo suportar.
Lembrando que o verdadeiro amor jamais acaba. 1ª Coríntios, 13: 1 a 8.

Olhando para nossa frágil humanidade, para nossa natureza pecaminosa, nos sentimos incapacitados para a grandeza do amor. Mas é exatamente na nossa fraqueza que se aperfeiçoa o amor de Deus, nos capacitando para vivenciar o verdadeiro amor.
O essencial então, é que reconheçamos o que ainda não aprendemos sobre o amar e onde continuamos falhando, mesmo tendo consciência de que estamos errados e buscarmos em humildade diante de Deus, arrependimento e o derramar do Seu amor no nosso coração para que possamos exercitá-lo.
Sabemos que todo o caos que existe no mundo é o subproduto de: Toda ação negativa que praticamos, falta de paz, intriga, separação entre casais, abandono de crianças, exploração do mais carente pelo mais poderoso, traição, acepção de pessoas, intolerâncias, intrigas religiosas, invejas, cobiça, em fim, uma lista interminável de maldades que na maioria das vezes, mesmo conscientes, praticamos por que preferimos satisfazer os caprichos do nosso EU em detrimento do Amor; em resumo o desamor desaba em caos.

Por que, pois, queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.
Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para O Senhor. Lamentações, 3: 39,40

Enquanto estivermos jogando as nossas culpas nos outros não poderemos ser aperfeiçoados no amor. Lutemos por viver a prática do amor. E o mundo verá Cristo em nós, esperança da glória.



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