domingo, 4 de novembro de 2007

ADULTÉRIO FEMININO





Jesus perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais. João 8:10,11.


O homem sempre foi “livre” para adulterar, trair, ser perdoado e reincidir, chegando ao absurdo de pensar que ter relações com muitas mulheres é ser muito macho.
O cúmulo do absurdo desta aberração conheci na bela cidade de Santa Cruz de La Siera, Bolívia, onde instituíram “Viernes de Soltero” (sexta feira de solteiros), quando todos os homens que aderiram a essa prática saem livremente de suas casas, deixam suas famílias, esposa e filhos e parte para uma noitada ao seu bel prazer, enquanto muitas esposas ficam lamentando sua má sorte.

Em um sistema machista e extremamente injusto como temos vivido, a mulher, ao cair em adultério, sempre foi objeto de julgamento sem misericórdia, sem tolerância. Raramente os maridos traídos decidem perdoar e continuar amando-a e respeitando-a, mesmo quando verdadeiramente arrepende-se de sua transgressão, e muito menos a sociedade, que lhe imputa adjetivos degradantes e a congela no seu erro.

Jesus, o grande profeta, filho de Deus, de vida ilibada, quando levaram a Ele uma mulher flagrada em adultério todos aqueles homens ávidos por assassiná-la, Jesus, que é pura compaixão, em um gesto de amor e justiça olhando dentro de cada um deles disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro a atirar pedra. Ao que eles não puderam esconder nem de si mesmo suas próprias hipocrisias e, envergonhados, cabeças baixas foram retirando-se um a um.
Deus realmente não faz acepção de pessoas, Ele julga cada um de nós com a mesma medida e nos ensina agir da mesma forma.
Nem toda traição é decorrente de um caráter depravado. Existem muitas traições conseqüentes de um relacionamento desajustado ou de um deslize em um momento de fraqueza quando qualquer pessoa pode ser vulnerável a ele. Portanto, o perdão deve ser liberado da mesma forma que queremos que nos seja dado.
No entanto, decidamos não ferir tão profundamente a quem amamos com uma traição. Sabemos que as marcas são quase indeléveis, mesmo quando há um perdão genuíno. Guiomar Barba.



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