quarta-feira, 7 de novembro de 2007

NÃO SE FAZ AMOR



O SEXO É UMA DAS EXPRESSÕES MAIS BELAS DO AMOR.
Não podemos confundir fazer sexo com amar. Amor não se faz, amor é o maior dom de Deus para nós e de nós para o próximo.
Podemos fazer sexo com amor, o que é excelentemente melhor que fazê-lo por necessidade, oportunidade ou qualquer outra circunstância.
Deus nos deu esta benção para nosso deleite.
O experiente Davi, pai do sábio Salomão, o aconselha a ser fiel à sua amada e desfrutar com ela dos prazeres conjugais: Corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo: e embriaga-te sempre com as suas carícias. Provérbios 5:19.
É gritante, no entanto, a forma irresponsável que se tem incentivado as pessoas e especialmente aos nossos adolescentes a “fazerem amor”. Aqui transcrevemos o repúdio que recebemos de um amigo, através de um e-mail extraído do “Frente da Família”, no Estado do Espírito Santo:
É de suma importância que olhemos com muita seriedade para os graves problemas que nos afligem como conseqüência da promiscuidade sexual defendida e apregoada por alguns, e divulgada com estardalhaço por uma minoria escandalosa e barulhenta.Como um dos exemplos de problemas dos mais graves que enfrentamos, podemos citar o crescimento assustador da AIDS, e outras doenças sexualmente transmissíveis que estão assolando e vitimando milhares de vidas em nosso país, principalmente vidas de jovens e adolescentes. É fato inquestionável que as doenças sexualmente transmissíveis são conseqüência direta de uma frouxidão moral, e da promiscuidade sexual crescente principalmente entre os jovens e adolescentes que são mal orientados e mal informados. E o pior é que a nossa juventude está sendo incentivada e influenciada a viver uma vida de sensualidade doentia e uma vida de promiscuidade sexual sem limites. Diante da necessidade de combatermos a AIDS (esta epidemia que já é uma pandemia), as propagandas governamentais (de forma irresponsável e tímida) limitam-se ao incentivo à prática sexual com certas precauções de ordem mecânica (usar camisinha e diminuir o número de parceiros sexuais), quando na verdade sabe-se que o cerne de toda a questão está na promiscuidade sexual.

Esta não é a visão de um único grupo, mas a agonia de inúmeros pais que querem a saúde moral, física e psicológica dos seus filhos e da sociedade.
“Fazer amor”, “ficar”, tem sido sinônimo de usar alguém e ser usado, tornando-se assim o prazer apenas fisiológico unido ao delírio inconseqüente da alma, trazendo conseqüências desastrosas, como estamos observando no dia a dia, e com isso se perde o verdadeiro sentido e prazer das relações íntimas e até mesmo o respeito por elas.

O sexo é uma das expressões mais belas do amor, não destruamos tanta beleza bestialmente. Guiomar Barba.



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