terça-feira, 20 de novembro de 2007

NOSSA INTERPRETAÇÃO



Deleitar-se-á no temor do Senhor; não julgará segundo a vista dos Seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos Seus ouvidos. Isaias 11:3.

Nossas informações interiorizadas são a soma daquilo que vivenciamos no dia a dia, e como captamos; isso faz as nossas diferenças. Por mais que vivamos juntos, sejamos parentes em primeiro grau ou até casados, pensamos, vemos, ouvimos e interpretamos diferente,
Esse é um forte motivo para levar-nos a ponderar bem quanto às atitudes supostamente erradas cometidas por alguém ou quando soubermos que falaram algo contra nós, por mais que respeitemos, confiemos e amemos esse outrem que nos trouxe a informação.
Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; Mateus 7:12.
Muitas vezes eu traduzi palavras de algumas pessoas como afronta e meu filho mais novo me levou a refletir, reproduzindo a conversa, e quase todas as vezes ele tinha razão. Eu havia interpretado de acordo com o momento que eu estava vivendo o que poderia ocasionar estremecimento em alguns relacionamentos se não houvesse reflexão da minha parte.
Se ouvindo diretamente de alguém uma conversa podemos distorcer o sentido, avaliemos o quanto é possível interpretar mal ouvindo de segundos.
O ideal é sempre ouvirmos os dois lados da história para chegarmos a uma conclusão sensata quando é algo que nos afeta ou denigre alguém, e essencialmente ouvir da fonte que tenha procedido a conversa ou o suposto deslize.
Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Mateus 7:2.
Tenhamos misericórdia, jamais congelemos alguém no seu erro ou cortemos relacionamento sem oportunar diálogo. Guiomar Barba.




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