terça-feira, 15 de janeiro de 2008

DEUS É FIEL



Tenho vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo eu venci o mundo. João 16:33.

Muitas vezes nos esquecemos de que o próprio Jesus era vítima de roubo.
Quando Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro mui precioso ungiu os pés de Jesus, Judas, que era o tesoureiro no ministério de Jesus, hipocritamente disse: por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres?
Isto disse ele, não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, tirava o que nela se lançava. João 12:6.
Esquecemos-nos que Jesus viveu pobreza absoluta desde o seu nascimento. Seu berço foi um estábulo, nunca teve uma casa própria nem conforto algum.
E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas O Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. Lucas 9:58.
Jesus sofria os mesmos cansaços de todos os mortais.
E estava ali a fonte de Jacó, Jesus, pois, cansado da viagem, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase a hora sexta. João 4:6.
Era vítima de calúnias, invejas, ódio, toda classe de perseguição nem sempre a Sua palavra era aceita, seus próprios irmãos e parentes O trataram com desprezo, antes de reconhecer que Ele era realmente O Cristo, O Filho do Deus vivo.
Disseram seus irmãos: Porque ninguém há que procure ser conhecido em público e, contudo, realize os seus feitos em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-Te ao mundo.
Pois nem mesmo os Seus irmãos criam nele. João 7:4-5.
E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de Si. Marcos 3:21.
Foi tentado por satanás em um momento de fraqueza absoluta, após jejuar quarenta dias e quarenta noites, estando totalmente vulnerável: física, emocional e espiritualmente. Mateus 4:1-11
Na hora em que estava sendo preso e que mais necessitava do apoio dos seus melhores amigos: Os discípulos, eles correram com medo, deixando-O entregue aos seus algozes.
Finalmente, na cruz do calvário foi abandonado pelo próprio Pai, na hora mais cruel, mais penosa, quando Seu espírito estava deixando o Seu corpo na morte.
Deus Meu, Deus Meu, por que me abandonastes? Marcos 15:34.
Poderíamos citar aqui todo o capítulo cinqüenta e três de Isaias, que descreve o horrível quadro do calvário. Toda humilhação, vergonha, zombaria, espancamento, e desprezo a que Ele foi submetido sem culpa.
Mas em todos os momentos Ele jamais atribui a Deus nenhuma injustiça. Ele confiou na soberania e fidelidade do Pai, a ponto de no Seu último fôlego de vida entregar O Espírito ao Pai.
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu Espírito. E, havendo dito isto, expirou. Lucas 23:46.
O sofrimento nos amolda, o sofrimento nos disciplina ou prova a nossa fé.
Portanto, aprendamos cada lição que ele nos traz, sem amargura, sem murmurações, mas sempre louvando a Deus, e nos tornaremos mais sábios e capacitados para viver e conviver neste mundo tão caótico. Guiomar Barba.









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