domingo, 23 de março de 2008

INCULCANDO-SE POR SÁBIOS, TORNARAM-SE LOUCOS.


Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus!
Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!
Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?
Romanos 11:33,34.
Por outro lado – e eis ai o segundo problema – com a exuberância do céu e da terra, Deus proporciona um pano de fundo contra o qual Ele mesmo pode acabar passando despercebido pelo ser humano. Não há como ignorar a façanha: o universo que Deus produz é incrivelmente suficiente sem Deus. Se ama de fato o homem e quer intimidade com ele, por que deitar sua obra mais cara num mundo tão extraordinariamente bem amarrado (com seus astros e estrelas, animais selvagens, animais domésticos, aves do céu, peixes do mar, árvores frutíferas e ervas do campo, “cada um segundo as suas espécies”) que prescinde horrivelmente de Deus?
Aqui estão, logo nas primeiras páginas da história, dois enigmas que são um: Deus não se considera suficiente, mas cria um universo suficiente. O que Ele está tentando provar? O que está tentando esconder?(Paulo Brabo).
Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 1ª Coríntios 2:14.
É incrível como o homem pode viver confundido por falta de comunhão com Deus e consequentemente ignorando os Seus propósitos, tornando-se assim ingrato para com o criador de todas as coisas feitas para nosso desfrute.
“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não O glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato”. Romanos 1: 20,21.
Será que a exuberância das obras dos grandes gênios como: O aleijadinho, Picasso, Dante Alighieri, Shakespeare, Mozart, e tantos outros imortais que poderíamos relacionar, que nos proporcionaram "panos de fundo" deslumbrantes, os tornaram despercebíveis? Suas obras em si seriam suficientes? Poderíamos descartá-los como se a criação fosse mais gloriosa do que seu criador?
Será que ao dar asas às suas almas e criar obras que deslumbram nossos olhos, que trazem delírio às nossas mentes, êxtase aos nossos ouvidos, esses gênios se sentiam insuficientes ou não se contentaram em emudecer o apelo dos seus espíritos egoisticamente e compartilharam com o mundo o que havia de mais belo em suas almas?
O que fariam os homens com pedaços inteiros das suas almas talvez esses gênios nunca questionaram, jamais cogitaram em parar ante a possibilidade de serem clonados, leiloados, roubados, ou até mesmo destruídos. Eles estavam acima da mesquinhez daqueles que não sabem ver além do perecível. Eles tinham uma só meta: Voar em liberdade, em comunhão com milhares de pessoas que jamais dirão que suas obras prescidem deles, mas sempre que contemplam, ouvem, vêem, embevecidos, louvam seus criadores.
Deus não tem nada a ocultar, Ele é luz eternamente. E só pode ser beneficiado com Este resplendor quem o busca com o espírito e através do Espírito. Honras e glória a quem É. Pra. Guiomar Barba.



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Um comentário:

Marcelo Negreiros disse...

Só não concordo que "o universo que Deus produz é incrivelmente suficiente sem Deus.", pois o homem alterou toda a estrutura com o pecado. O universo caminha para a destruição. E como sempre, para consertar as coisas, entra Jesus - Deus encarnado - trazendo a Vida. "Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém." Rom.11:36

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