sexta-feira, 27 de junho de 2008

COM CAMISINHA OU SEM CAMISINHA


Do meu ponto de vista, a camisinha virou símbolo de promiscuidade sexual. Assim como ela é um produto descartável que depois de usada se joga fora, as pessoas que a utilizam também “se jogam fora". Temos hoje uma geração de homens e mulheres descartáveis, onde se usa e abusa um do outro, formando, por conseguinte, um enorme exército de pessoas machucadas e oprimidas pelo sexo fora do casamento. http://renatovargens.blogspot.com/2008/06/bota-camisinha-meu-amor.html
Confirmamos com o Renato, respaldada na palavra de Deus, que é categórica e não deixa dúvidas que o sexo fora do casamento é prostituição, adultério, em suma promiscuidade. Deus, que criou o homem, sabe perfeitamente que uma relação sexual a dois não envolve apenas corpos, e sim, há uma fusão trinitária. Partindo deste princípio, visando a nossa saúde no corpo, na alma e no espírito, Deus instituiu o casamento, instruindo também que esta união não deveria jamais ser baseada em uma escala de valores fúteis, que leva a um desenlace imediato, trazendo conseqüências dolorosas para ambos; mas em equivalências alicerçadas no amor, que redunda em uma vida de harmonia, respeito, companheirismo, amizade, e tantos sentimentos quantos forem necessários para fortalecer o matrimônio.
“A ordem de Deus ao criar o macho e a fêmea foi: Por esta causa deixará o homem, pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem.” Mateus 19:5,6.
Percebemos que Deus também teve o cuidado de assinalar a ambos os sexos a procedência no convívio, com o intuito de que a união não fosse interrompida em detrimento da família. Infelizmente, uma grande maioria não tem disposição de submeter-se aos sábios padrões de Deus. Preferem ditar suas escolhas e modo de viver, em busca de uma suposta liberdade, trazendo para si e para o seu convívio adversidades tamanhas.
Aí temos pais que compram camisinhas para os seus adolescentes, sugerindo-lhes claramente uma vida de libertinagem sexual e moral... Em conseqüência, esses adolescentes se sentem inseguros, a mercê das suas próprias decisões e eleições sem ainda estarem preparados para enfrentar um mundo que se deteriora dia a dia. Quando os conflitos começam a emergir através das agressões, vícios, desinteresse pelos estudos, enfermidades físicas e emocionais é hora de correr para o psicólogo, de apelar para as detrações, comparações que arreliam ainda mais a vida do adolescente, culminando em graves conseqüências.

Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda ou defraude a seu irmão; porque O Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita essas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o Seu Espírito Santo. (1ª Tessalonicenses 4:3-8).
Deus, por sua vez, estabeleceu leis punitivas contra aqueles que violassem uma virgem ou a tratasse sem decoro.
Não podemos omitir que quando se respeitava mais a virgindade, ainda que de forma errônea, havia uma maior valorização do casamento e um maior respeito para com as mulheres.

Partindo do princípio que muitas pessoas, equivocadamente, consideram o sexo como uma prática de amor, lembramos que os animais fazem sexo por instinto, onde aparecer parceiro e sem compromisso. É exatamente desta maneira que se tem praticado o “amor”, banalizando, assim, esse ato tão belo e respeitável que Deus nos outorgou para nosso desfrute em amor.

Ter relações sexuais não implica em fazer amor. Aliás, amor não se faz, se vivencia. Nos prostíbulos, automóveis, praças, praias, motéis, hotéis, casa de cômodo ou qualquer lugar, mesmo público, que pessoas inconseqüentes, sem amor próprio, sem responsabilidades, sentem impulso, se usam como verdadeiros instrumentos de um prazer carnal, que resulta em enfermidades sexualmente transmissíveis, enfermidades da alma, baixa auto-estima ou mesmo um desvalor absoluto da beleza dessa relação a dois.
♥“Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte.”♥




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