quinta-feira, 28 de agosto de 2008

QUE PAI É ESTE?

E POR QUE EM DETERMINADO MOMENTO JESUS DISSE "AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE"? VAMOS ANALISAR: JESUS, COMO HOMEM FOI USADO E MANIPULADO PELO PAI QUE O FEZ SOFRER AO PONTO DE AMARGURÁ-LO AO EXTREMO. JESUS SOFREU OS HORRORES QUE UM PAI MODERNO NÃO DEIXARIA QUE ISSO ACONTECESSE. JESUS FOI FIEL AO PLANO DO DEUS PAI, ATÉ O FIM. MAS O PAI O TRANSFORMOU EM HOMEM, EM CARNE, E FEZ, COMO UM CARRASCO, A CARNE DO FILHO SOFRER. JESUS SOFREU TANTO QUE PEDIU PARA O "PAI" TIRAR DELE O CÁLICE DE AMARGURA (O SOFRIMENTO). E NA CRUZ, O FILHO DO HOMEM SENTIU NA PELE O ABANDONO ("PAI, POR QUE ME ABANDONASTES?"). É POR ESTAS E OUTRAS QUE A MINHA FÉ SE ESVAI. AINDA ACHO QUE NO ÚLTIMO MOMENTO DE AGONIA O PRÓPRIO JESUS PERDEU A FÉ. ESTÁ ESCRITO E A BÍBLIA NÃO MENTE: "PAI, POR QUE ME ABANDONASTE?"
Esta postagem é uma resposta a indagação acima.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu O Seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16).
Que pai daria seu filho para morrer por alguém? Claro que se isso lhe fosse imposto, ele de bom grado se ofereceria em lugar do seu filho. Sua dor seria amenizada pela salvação do seu rebento. Exatamente o que Deus não faria pelo muito amor com que nos amou. Ele escolheu sofrer o máximo vendo Seu único filho, inocente, entregar-Se por nós pecadores indignos. Uma fusão de amor por nós, entre Pai e Filho que jamais poderemos compreender. Eles, em unidade, foram fiéis ao plano de salvação para a humanidade. Teremos a não ser um vislumbre se penetrarmos no reino espiritual em busca de alguma luz sobre o sacrifício.
Sabemos que o plano de Jesus em dar a Sua vida pela humanidade foi arquitetado pela trindade antes da fundação do mundo: “Assim como nos escolheu, nEle, ‘antes da fundação do mundo’, para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele; e em amor”. (Efésios 1:4). Examinando as escrituras entendemos que Jesus não foi usado e manipulado pelo Pai, Ele decidiu junto com o Pai: Andai em amor, como também Cristo vos amou e “se entregou a Si mesmo por nós,” em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. (Efésios 5:2). Jesus sabia de tudo que ia padecer, no entanto, Ele tinha um objetivo e se dispôs a “entregar” a Sua própria vida para alcançá-lo porque Ele amava o Seu objetivo com todo o Seu ser. Ele, só Ele sabe porque valeria a pena: “Ele verá o fruto do penoso trabalho de Sua alma, e ficará satisfeito; O Meu servo, o justo, com o Seu conhecimento, justificará a muitos, porque a iniqüidade deles levará sobre Si... Porquanto derramou a Sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo levou sobre Si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.” (Isaias 53:11,12).
Ó, profundo amor que nos trouxe vida, resgatando-nos do reino das trevas e transportando-nos para o reino do Seu amor. Tanta gente se oferecendo como homens-bomba, desperdiçando suas vidas, por uma causa sem glória... Com um agravante: “destruindo vidas inocentes.”
Quando no Getsêmani Ele rogou ao Pai: “Se possível passa de mim este cálice...”, não podemos esquecer que Ele havia renunciado às Suas prerrogativas divinas, fazendo-Se carne como qualquer um de nós. Sendo assim, a proximidade da agonia da morte de cruz trouxe-lhe o pavor natural e Ele foi tentado a renunciar tão intensa dor; no entanto, Ele não cede a tentação, mas acrescenta: Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres. (Mateus 26:39b). E caminhou firme até a morte mais penosa que já existiu no Gólgota e em toda esta terra. Depois de ultrajado, humilhado, espancado, sofrida todas as maldades inimagináveis, na hora final, quando Ele acumulava em Si todos os pecados da humanidade, os pecados passados, presentes e futuros, numa dor incomparável, física, espiritual e em essencial moral, Ele foi desamparado pelo próprio Pai. E por que? Era o próprio pecado ali encarnado, exatamente como diz o apóstolo Paulo: Aquele que não conheceu pecado, Ele O fez pecado por nós; para que nEle, fôssemos feitos justiça de Deus. (2ª Coríntios 5:21). E o profeta Isaias clama: “Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele.” No seu cruel abandono Ele bradou em grande voz: Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparastes? Deus responderia: Porque as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e O vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça. (Isaias 59:1). (Ponhamo-nos aqui no lugar de Jesus: Porque as “minhas” iniqüidades fazem separação... E compreenderemos melhor que Jesus realmente, tomou o “nosso” lugar na cruz). Tendo a natureza divina, Ele sabia perfeitamente porque o Pai havia lhe dado as costas; mas Ele gemeu ali como homem, como nós, eu e você, se estivéssemos descendo para as trevas eternas. No entanto, quando Jesus na cruz deu o brado “Está Consumado!”, também acrescentou: Pai, nas Tuas mãos entrego O Meu espírito! E O Pai O recebeu com grande regozijo, e com certeza houve uma festa no céu, muito júbilo, muita dança, porque Deus, Jesus, O Espírito Santo e os anjos sabiam que a vitória de Jesus vencendo a morte e o inferno abriria para todos os homens o caminho da vida, as portas do céu; e este era o grande amor de Deus por nós: dar-nos acesso à vida eterna para que onde Ele esteja, estejamos nós, seus filhos, também. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. (Romanos 8:1,2). Pra. Guiomar Barba.



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