terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

CARNE VALE OU CARNAVAL

A festa carnavalesca surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval". (Fonte: Wikipédia).
Ou seja, já que teremos que nos “purificar”, vamos então nos entregrar a todo o tipo de sensualidade, a todo apelo da carne, sem limites, sem temores. Exatamente o inverso do que nos ensiana a palavra de Deus: Fazei, pois morrer a vossa natureza terrena; prostituição, impureza, paixão lascíva, desejo maligno e a avareza , que é idolatria. (Colossenses 3:5). Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumento de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumento de justiça. ( Romanos 6:12,13).
Para uma festa da carne, nenhum outro “deus” poderia animá-la mais peculiarmente que o o rei da anarquia, a quem loucamente lhe são entregues as chaves das cidades. O “rei momo”, que é considerado o dono do carnaval, é quem comanda a folia. Ele comparece aos bailes e desfiles distribuindo suas “virtudes”; ele desaparece para retornar só no próximo carnaval. Possui uma personalidade zombeteira, delirante e sarcástica.
Vindo da mitologia grega, ele é filho do sono e da noite, e acabou expulso do Olimpo - morada dos deuses - porque tinha como diversão ridicularizar as outras divindades. A personificação de Momo é o uso da máscara que ele tira para mostrar seu rosto zombeteiro. Possui também um boneco em uma das mãos, que dizem representar a loucura. Além disso, também sacode guizos(amuleto) para animação da folia. Momo é o rei do delírio. Zombeteiro, delirante e sarcástico, assim, nos conta a história. São qualidades inerentes ao adepto do anarquismo com relação ao sagrado. Estas são as características deste “deus” a quem, na mais perfeita e absurda ignorância, são entregues o comando das cidades por aqueles que foram instituidos de autoridade para governar com sensatez. O Brasil não poderia estar melhor...
Portanto, Momo é um dos deuses da mitologia grega, que são tão reais como o próprio criador do universo, que os expulsou do céu e que já conhecendo a sede de satã e dos seus asseclas de serem reconhecidos como deuses, determinou para tantos quantos o queriam seguir: “Não terás outros deuses diante de Mim.” (Êxodo 20:3).
Não é de se admirar que os foliões, regados a bebidas alcólicas e sexo ilimitado, transbordem de ilusões o coração, na mais absoluta entrega, a ponto de entrarem em transe e delírio, liberando assim todos os desejos reprimidos, suas fantasias, instinto animal e carnal. Ludibriados, esquecem nestes poucos dias que há um Deus a quem devemos temor e obediência e se enlameiam na luxúria e concupiscências, respaldados pelo carnaval, onde tudo é permitido, liberado, crendo talvez que na quarta feira um pouco de cinza nas suas testas será o suficiente para terem o indúlto de Deus, como se Deus compactuasse com tanta degeneração.
O link abaixo é de um vídeo do site Globo.com. A reportagem deixa bem claro quem compartilha realmente com os foliões desta festa mundana. São os espíritos escorraçados do céu por suas malignidades e corrupção, que desejaram por inveja a glória e adoração do Grande e Todo-Poderoso criador do universo, nosso Deus. Contra fatos, não há argumentos. Vejamos:
Os pais de santo do grupo Afoxé, que abriu o carnaval no Anhembi na sexta-feira (20), pedem proteção espiritual para suas escolas de samba do coração. Eles contam que fazem rezas e oferendas aos orixás no período que antecede a folia para que suas escolas sejam as campeãs. Mas os pedidos de proteção não são apenas para as escolas. O pai de santo Carlinhos de Iansã, que diz que vai sair em diversas escolas neste carnaval, explica por que não dispensa um amuleto que traz em um dos braços. “Sou cardíaco. Peço a Exu para não morrer na avenida”, diz, bem-humorado.
Contou-me uma ex-adepta do candomblé que eles tinham que jejuar antes de entrarem no frevo e, mesmo assim, os espíritos prometiam “proteção” só até meia noite. São estes os deuses servidos e celebrados no carnaval, que entregam seus adeptos a sua própria sorte. Ponderemos: que festa terrível é esta, que necessita de proteção buscada com jejum e oferendas? Alguém ainda duvida que nasceu no coração de satã?
A nenhuma consciência deixam de ser comunicadas as verdades espirituais. A escolha é nossa: fazer ou não fazer morrer a nossa natureza pecaminosa. Louvemos a Deus pela sua graça perdoadora. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, pra nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. (1 João 1:9).



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