quarta-feira, 1 de abril de 2009

TEMOS QUE TER FÉ E PEITO PARA VIVÊ-LA

“Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também Eu o confessarei diante do meu Pai, que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, também Eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 10:32,33).
Em um mundo do big bang, da evolução, da multiplicação assustadora da ciência, da tolerância para quase toda classe de perversão sexual, da crença que o “homem descende do macaco”, do ateísmo soberbo, da “tolerância” religiosa, num mundo em que as pessoas não estão dispostas a ser confrontadas com a verdade, ser cristão praticante é ser alienado, é ser ininteligente. Consequentemente, os que não abrem mão da sua bem alicerçada fé, serão discriminados nas universidades, escolas de ensino médio e em meio aos intelectuais.
Talvez Agostinho estivesse certo quando disse “que nós amamos a verdade quando ela nos ilumina, mas a odiamos quando ela nos convence. Talvez não possamos suportar a verdade.” Não é de se maravilhar de que como proclama o nosso apóstolo Paulo a “Palavra da cruz seja loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.”
Enquanto a maioria das religiões tem algumas crenças que são verdadeiras, nem todas as crenças religiosas podem ser verdadeiras porque elas são mutuamente excludentes, ou seja, ensinam coisas opostas. Em outras palavras, algumas crenças religiosas devem estar erradas. Mas não é conveniente dizer isso no mundo atual. Você deve ser "tolerante" com todas as crenças religiosas. Em nossa cultura atual, a tolerância não significa mais suportar alguma coisa que você acha que é falsa (além do mais, você não tolera coisas com as quais concorda). Hoje em dia, tolerância significa aceitar que toda a crença é verdadeira! Em um contexto religioso, isso é conhecido como pluralismo religioso — a crença de que todas as religiões são verdadeiras. Existe um grande número de problemas com essa nova definição de tolerância. (Norman & Frank).
Não obstante os desencontros no saber sobre a criação do universo, a morte, o destino da alma do homem, (religião) e tantas outras questões que permanecem enigmáticas ao entendimento dos super-intelectos e até à própria ambigüidade humana, têm se tornado uma pedra considerável no sapatinho de todos os intelectuais que se dispõem a desvendar os mistérios que existem entre os céus e a terra, que, como já disse William Shakespeare, “eles são maiores do que possa imaginar a nossa vã filosofia.” Avisa Jesus: De novo, lhes falou Jesus, dizendo: “Eu SOU A LUZ do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” (João 8:12).
“A longo prazo, a verdade protege, e o erro ameaça.”(Norman & Frank - do livro Não tenho fé suficiente para ser ateu). A nossa proteção estará assegurada pela verdade que vivenciarmos. Praticá-la é fundamental, porque caminhamos para uma eternidade certa, a qual somos responsáveis por escolhermos aonde a viveremos.
Quanto mais estudamos filosofia, mais nos convencemos do seguinte: se você quer fazer o óbvio parecer obscuro, simplesmente deixe a filosofia entrar em cena! Todavia, não podemos deixar de estudar filosofia porque, como disse C. S.Lewis, "a boa filosofia deve existir; se não houver nenhuma outra razão, que exista para responder à má filosofia.” A filosofia de Kant é uma filosofia ruim, mas tem convencido muitas pessoas de que existe um espaço que não pode ser vencido entre elas e o mundo real; que não há maneira de obter algum conhecimento confiável sobre o que o mundo realmente é, muito menos sobre o que Deus realmente é. De acordo com Kant, estamos trancados num completo agnosticismo sobre o mundo real. (Norman Geisler & Frank Ture – “Não Tenho Fé Para Ser Ateu”).
Voltamos a beber do nosso velho sábio apóstolo Paulo, que estudou aos pés do fariseu Gamaliel e foi um cruel perseguidor dos cristãos até seu pessoal encontro com Jesus a quem ele ignorantemente perseguia. Vejamos o que ele profetiza, Sr. filósofo Kant: “Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos. Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não O conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela “loucura” da pregação. Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus. (1 Coríntios 1:19-29).
A verdade não depende de nossos sentimentos ou preferências. Uma coisa é verdadeira quer gostemos dela quer não. Ao contrário do que diz a opinião popular, as principais religiões mundiais não "ensinam as mesmas coisas". Elas possuem diferenças essenciais e concordância apenas superficial. Não é possível que todas as religiões sejam verdadeiras, porque ensinam coisas opostas. Analisando logicamente, uma vez que não é possível todas as religiões serem verdadeiras, não podemos defender a nova definição de tolerância que exige aceitarmos a impossível idéia de que todas as crenças religiosas são verdadeiras. Devemos respeitar as crenças dos outros, mas amorosamente dizer a verdade. Além do mais, se você realmente ama e respeita as pessoas, sabiamente lhes dirá a verdade sobre informações que podem ter conseqüências eternas. (Norman & Frank). Quase que invariavelmente as pessoas formam suas crenças não baseadas nas provas, mas naquilo que elas acham atraente. BLAISE PASCAL.
Percebemos também que a grande maioria das pessoas não está disposta a renunciar o pecado, nem mesmo a favor da salvação da sua alma. Portanto, o mais atraente se faz o caminho verdadeiro, embora seja argumento falso, “acalma” as suas almas sequiosas da verdade irrefutável, que é Deus.
"Um filósofo, impregnado pelo ceticismo característico da cultura contemporânea, pergunta ao mestre budista: "- O senhor crê em Deus? "Ao que, de imediato, responde, surpreendendo seu inquiridor: "- Absolutamente!! Minha 'religião' não permite!!" (Paul Stoffel)
O mundo é absurdo e unicamente Deus poderia dar-lhe um sentido; mas Deus não existe, e, portanto, é preciso aceitar a vida como um absurdo. (Jean-Paul Sartre).
“Eu sou O CAMINHO, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim. Jesus.” Sejamos gratos por termos ao Senhor e não nos esqueçamos do conselho do nosso profeta Oséias: “Conheçamos e prossigamos em conhecer Ao Senhor.” (Oséias 6:3).



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