terça-feira, 9 de junho de 2009

BEBER OU NÃO BEBER

"Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho..." (Mateus 11.18,19). Para quem não está resolvido quanto a questão do antigo vício, este comentário de Jesus é um aparente respaldo para acalmar a consciência que tenta a cada rodada convencer-lhe do perigo eminente. Não queremos questionar aqui qual a bebida que contém maior ou menor teor de álcool, ou que tenha alguns benefícios comprovados para a saúde do homem, mas sim sobre o vício velado que impulsiona os “dependentes sociais” a beberem até que nos seus olhos transpareçam a sua verdade. Jesus, comprovadamente, tinha o controle sobre si mesmo e seus apetites. Ele poderia ser bom de garfo e gostar de vinho, mas sua biografia é indubitável. Ele sempre esteve plenamente sóbrio e tão lúcido que seus invejosos inimigos chegaram algumas vezes ao ponto de pegarem pedras para apedrejá-lo por suas afirmações e respostas sábias e claras em qualquer controvérsia, ainda em uma mesa festiva, quando o vinho era servido em abundância. Interessante que ninguém que seja dado a bebida procura seguir o exemplo do grande profeta João Batista ou de algum outro nazireu... "Ditosa, tu ó terra cujo rei é filho de nobres e cujos príncipes se sentam à mesa a seu tempo para refazerem as forças e não para a bebedice" (Eclesiastes 10.17). Feliz realmente o povo que tem um líder sábio, que diz não a sua liberdade por amor as suas ovelhas, especialmente aquelas que um dia lutaram com garra contra a desgraça do vício, mas que com um simples aperitivo, incentivado pela liberalidade do seu guia, poderão voltar ao poço. Lembrando que muitos líderes um dia também foram viciados e, sendo “carne”, não estão livres de volverem a lama. Ouvi o desabafo de uma adolescente contra os líderes da sua igreja dizendo que, ao beberem, contribuíam para que continuasse vivo o espírito de alcoolismo em seu pai, que, por conseguinte, perdera toda autoridade para os seus irmãos, que se envolveram não só com bebida, como também com drogas. Deixando-lhes também dúvidas quanto a eficácia de uma conversão genuína, libertadora, que compromete o cristão a andar como Jesus andou. "E estes também cambaleiam pelo efeito do vinho, e não param em pé por causa da bebida fermentada. Os sacerdotes e os profetas cambaleiam por causa da bebida fermentada e estão desorientados devido ao vinho; eles não conseguem parar em pé por causa da bebida fermentada, confundem-se quando tem visões, tropeçam quando devem dar um veredicto." (Isaias 28.7). Este quadro entendemos que foi se desenhando à medida que eles se iam afastando inconseqüentemente da santidade e considerando normal, sem inconveniências, os seus procedimentos. Tragamos a memória o lamento de Deus através do profeta Jeremias: "O meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as fizeram errar e as deixaram desviar para os montes; do monte passaram ao outeiro, esqueceram-se do seu redil. Todos os que as acharam as devoraram; e os seus adversários diziam: Culpa nenhuma teremos; porque pecaram contra O Senhor, a morada da justiça, e contra a esperança de seus pais, O Senhor." (Jeremias 50.6,7). "Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo como o seu senhor...” (Mateus 10.25). “Vem, façamo-lo beber vinho, deitemo-nos com ele e conservemos a descendência de nosso pai.” (Gêneses 19.32). Não conheço outra passagem na Bíblia em que a intenção de embriagar alguém fosse para honrá-lo, mesmo assim, salvas por uma cultura... Dificilmente os que um dia se perderam pelas veredas tortuosas do vício, e se converteram realmente dos seus caminhos ao Senhor, dominam sua carne quando se deixam tentar pelo "vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco." (Provérbios 23.31). Uma vez inebriados, estão expostos a situações vexosas, quando não, a cometerem violência ou sofrerem até mesmo a morte. É com a autoridade de quem durante vinte anos consecutivos trabalhou com o Ministério Peniel, que lida com recuperação de viciados que afirmo esta verdade. “Absalão deu ordem aos seus moços, dizendo: Tomai sentido; quando o coração de Amnom estiver alegre de vinho, e eu vos disser: Feri a Amnom, então, o matareis. Não temais, pois não sou eu quem vo-lo ordena? Sede fortes e valentes." (2 Samuel 13.28). “A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento.” (Oséias 4.11). Ministério Peniel com sede em Belo Horizonte – MG, Rua Peçanha, 400 – Carlos Prates. BH – MG. (0**031) 3201 -7209/3201-7289.



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2 comentários:

Eliseu Antonio Gomes disse...

Nas estradas, o maior motivador de acidentes é a bebedeira. Há quem tome doses pequenas e considere inofensivo a quantidade ingerida. Apesar de imperceptível, causa desastres horríveis.

Abraço.

Eliseu Antonio Gomes
http://belverede.blogspot.com/

Sergio Henrique Solino Christino disse...

A Paz do Senhor... Graças e Misericórdia de Deus por me tirar deste lamaçal que chama alcoolismo, era uma pessoa totalmente perdida e chegando ao fundo do poço Jesus com seu poder e Glória me tirou dali para Glória e Honra de Seu nome. Fique na Paz

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