quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

ANO NOVO VIDA NOVA, SERÁ?

Meus sobrinhos e minha alegria...
Recebemos inúmeros votos de felicidades, prosperidades, finalmente, que tenhamos um novo ano repleto apenas de coisas boas. Estes votos partem de amigos, conhecidos, cartazes, propagandas e até mesmo de pessoas que nem conhecemos, numa fila de supermercado, loja, banco, etc.
Assim como existem as maldições que não acontecem se não houver uma causa justa, conforme nos diz a palavra: “Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá”; (Provérbio 26.2) muitas bênçãos também não nos alcançam sem que estejamos em obediência à palavra de Deus, se não estivermos sob o senhorio de Cristo, sem deixarmos que Ele dirija os nossos passos, sem que estejamos dispostos a renunciar, a nos humilharmos, a entender que a vontade dEle é perfeita para as nossas vidas aceitando ela sem amargura, revolta ou murmuração.
Jamais podemos compreender o porquê da espera se não nos for revelado, mas podemos crer na soberania de Deus, na sua justiça e fidelidade, deste modo toda aparente demora se torna mais fácil de suportarmos. Como já contei em outras postagens sobre nosso casamento, eu não poderia jamais entender porque Deus não mandava o meu marido apesar da minha idade, da minha solidão, especialmente do abrasamento, quando a bíblia diz que “é melhor casar do que abrasar-se,” (1 Coríntios 7.9) e muitas vezes questionei a palavra diante de Deus sobre suas promessas quanto ao que pedimos. O que eu não podia imaginar jamais era que meu marido ainda não estava com idade suficiente para casar comigo; quando eu estava com trinta anos, ele estava apenas com dezoito e eu nem sequer sabia da existência dele que nascera em outro país, mas inocentemente esperava que ele fizesse vinte e seis anos para que Deus me enviasse para Bolívia, onde o conheci e somente aos meus quase trinta e nove anos nos casamos, após oito meses de namoro, mas com a convicção absoluta que Deus estava nos unindo. A prova são os quase vinte e dois anos de pura harmonia.
A despeito da idade, fiquei “embarazada” (espanhol) do nosso primeiro filho aos quarenta anos, após cinco meses de casada, contrariando o veredicto do médico que eu teria que fazer um tratamento para engravidar, e do outro filho aos quarenta e quatro, sem quaisquer problemas para mim ou para nossos rebentos. “Porque os caminhos do Senhor são perfeitos para as nossas vidas.” Se quisermos um novo ano de paz, alegria, apesar das inevitáveis mazelas que nos reservam esta vida, o meio é: “Deleita-te também no SENHOR, e Ele concederá os desejos do teu coração” (Salmo 37.4). Ou seja, agrademo-nos das disposições do Senhor para nossa vida, do tempo, da forma, dos caminhos que Ele nos traça, alegremo-nos nEle e confiemos absolutamente na sua fidelidade e sabedoria e Ele, que conhece os desejos do nosso coração, terá prazer em satisfazê-los nas mínimas coisas. Tanto no natal como no fim do ano, tivemos experiências deste cuidado lindo de Deus em pequenas coisas. Meu filho mais novo me disse: eu não vou passar o natal sozinho com você, Renato (irmão) e vovó... Eu lhe disse: o que posso eu fazer? Não podemos viajar, tenho minha mãe com quase noventa e um anos que não anda... Mas entendi o coração adolescente do nosso filho, que ama reunião de família, e nos colocamos diante de Deus repetindo as palavras dele, e pedi que o Senhor agisse por nós. No dia de natal surpreendentemente recebemos três pessoas da nossa família de três estados diferentes e longe. No dia seguinte tínhamos sete pessoas da família em nossa casa. Fim de ano meu filho mais velho ia passar em Salvador com a família da namorada, ficaríamos só os três... Falei com Deus: eu não sei o que você pode fazer agora, mas sei que podes tudo... Recebemos o telefonema de um outro irmão meu dizendo-me que viria com a minha cunhada, o filho e a nora romper o novo ano conosco; o meu sobrinho, filho dele, veio de Brasília com a esposa e um outro sobrinho que mora no nosso estado veio também. Assim que nossas festas foram comemoradas com muita alegria, muita emoção, porque também tivemos uma sobrinha de S. Paulo que não conhecíamos, filha de um irmão nosso já morto. Muita praia, muito frutos do mar e muitas lembranças que nos fizeram gargalhar e alegraram nossos dias de comunhão. Apesar de que meu marido estava tão longe, lá na África, ele também esteve presente através da câmera pela internet, acompanhando e conversando com a nossa família durante estes dias inesquecíveis. Deus ama nos fazer felizes!



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Um comentário:

david disse...

MUITO BONITO «, VC SABE ESCREVER, DEUS CONTINUE ESANDO TUA VIDA,

DAVID

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