segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

ELIAS REENCARNOU EM JOÃO BATISTA?

Eu, porém, vos declaro que Elias já veio, e não o reconheceram; antes, fizeram com ele tudo quanto quiseram... Então, os discípulos entenderam que lhes falara a respeito de João Batista. (Mateus 17.12,13).
Para quem crê em reencarnação aqui está um aparente respaldo para sua fé, é somente não pesquisar a escritura sobre o assunto e ficar obcecado neste único versículo e em características peculiares a ambos como:
VESTUÁRIO
“E João andava vestido de pêlos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre.” (Marcos 1.6). “Eles lhes responderam: Era homem vestido de pêlos, com os lombos cingidos de um cinto de couro. Então, disse ele: É Elias, o tesbita.” (2 Reis 1.8). UNÇÃO “E irá adiante do Senhor no espírito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado.” (Lucas 1.17). No entanto vamos adiante. A bíblia é bem clara quanto ao destino do homem, vejamos: “E assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo final. “(Hebreus 9.27). Sabemos que João Batista diante do poder com que proclamava a palavra, foi interrogado a respeito da sua identidade, perguntaram-lhe se ele era Elias, ele foi categórico: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não. Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos reposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então ele respondeu: “Eu sou a voz do que clama no deserto: endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.” (João 1.19-23). Segundo pesquisamos, os espíritas acreditam que quando um espírito se "materializa", ele sempre se apresenta na forma de sua última encarnação, entendemos então que se João Batista fosse reencarnação de Elias, seria ele que teria aparecido no monte da transfiguração e não Elias. Por outro lado, para quem crê na reencarnação e tenta forçar que naquele glorioso evento temos uma prova de que a teoria é verdadeira, é bom perceber que ali não havia ninguém reencarnado e sim os profetas Moisés e Elias que foram perfeitamente reconhecidos, embora Pedro não os tivesse conhecido pessoalmente, ele propõe a Jesus o fazer três tendas, uma para Moisés outra para Elias e outra para Jesus. (Mateus 17.1-8). E em toda a Bíblia vemos que este foi um caso único e muito especial; não consta nas Sagradas Escrituras que outra pessoa tenha vindo a terra e se comunicado com alguém a não ser com o próprio Cristo nesta ocasião. Além do mais, nos chama a atenção que Elias não passou pela morte e sim foi trasladado aos céus. “Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.” (2 Reis 2.9-14). Quanto a Moisés, foi morto e sepultado diretamente por Deus. “Assim, morreu ali Moisés, servo do senhor, na terra de Moabe, segundo a palavra do Senhor.” “Este o sepultou num vale, na terra de Moabe, defronte de Bete-Peor; e ninguém sabe, até hoje, o lugar da sua sepultura.” (Deuteronômio 34.5,6). É importante citar também as afirmações do nosso grande servo do Senhor, Jó. Vejamos: “Se tu és quem determinas quanto há de viver o homem, e lhe dás o limite que não pode passar dele." ...O homem morre sem remédio; e ao morrer aonde vai? Enquanto os céus existirem, o homem não levantará de sua tumba, não despertará do seu sono. ...se um homem morre, voltará a viver? ... Tu prevaleces para sempre contra ele, e ele passa, muda-lhes o semblante e o despedes para o além. Os seus filhos recebem honras, e ele o não sabe; são humilhados, e ele o não percebe. (Jó 14). O último versículo do capítulo quatorze de Jó nos chama muito a atenção, parece contradizer o versículo doze, que diz que ele dorme e não será despertado. “Ele sente as dores apenas do seu próprio corpo, e só a seu respeito sofre a sua alma.”
Para que não fiquemos confusos, lembremo-nos do Rico e Lázaro, vejamos quem sofria suas dores e quem desfrutava da vida após morte.
“No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. (Lucas 16.23,24).
Chegamos à clara conclusão que a bíblia nos diz que não há nenhuma comunicação entre mortos e vivos. Este é mais um caso único em que uma pessoa no inferno pode comunicar-se com o pai Abraão, mas o próprio Abraão fala do abismo que há entre o lugar onde ele estava e o inferno impossibilitando qualquer passagem. (Lucas 16.26). Enquanto Jó nos fala da incomunicação que há entre os seres vivos da terra e os que já partiram para o além.
João Batista teve a sua própria identidade, foi o precursor de Jesus, ao contrário de Elias “não fez nenhum sinal, porém tudo quanto disse a respeito de Jesus era verdade.” (João 10. 41). Elias o grande profeta veio muitos anos antes de João com o seu ministério específico ressuscitando mortos, realizando sinais e prodígios e ao contrário de João não passou pela morte. “Por minha vida diz o Senhor, diante de mim se dobrará ‘todo joelho’, e toda língua dará louvores a Deus. Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus. (Romanos 14.11,12).



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7 comentários:

Steffi de Castro disse...

É o que acontece quando nos prendemos a um só versículo em relação a situações e afirmações bem polêmicas como a reencarnação.
Foi muito útil sua postagem.
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JUNIOR OMNI disse...

O ESPIRITISMO É OBRA DAS TREVAS
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...Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;

Pela hipocrisia de homens que falam mentiras...

1 Timóteo 4:1-2


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Abrahão Ribeiro disse...

JOÃO BATISTA, REENCARNAÇÃO DO PROFETA ELIAS,
AS CINCO PROVAS CONFIRMADAS NA BÍBLIA

1) Na profecia escrita pelo profeta Malaquias 4. 5 – eis que eu vos envio o profeta Elias, antes que venha o grandioso dia do Senhor (Antigo Testamento bíblico há 400 anos antes do Cristo);

2) Na palavra do anjo Gabriel ao Sacerdote Zacarias, em aparição espiritual no Templo de Jerusalém, quando anunciou a gravidez da mulher de Zacarias: " a tua oração foi ouvida, tua mulher dará a luz um filho e lhe porás o nome de JOÃO; porque será grande diante do Senhor, cheio de Espírito santificado desde o VENTRE materno, e converterá muitos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá adiante dele no ESPÍRITO E VIRTUDE DE ELIAS" (evangelho de Lucas 1. 5 - 19)

3) NA PALAVRA DE JESUS quando deu um bom testemunho da missão de João Batista, chegando a engrandecer o nível intelectual de João, naquela época: “dos nascidos de mulher não apareceu ninguém maior que João”; depois Jesus revela confirmando a profecia de Malaquias 4. 5-6, do Antigo Testamento bíblico prevista há 400 anos passados: “Porque é este de quem está escrito. Eis que diante da tua face envio o meu mensageiro, que preparará diante de ti o teu caminho” – Evangelho de Mateus 11. 10

4) Na palavra de Jesus ao reafirmar a profecia: “E, se quereis dar crédito, é este o ELIAS que havia de vir” (Mateus 11. 14), vide profecia de Malaquias 4. 5 “Eis que vos envio o profeta Elias”

5) Na palavra de Jesus no Monte Tabor, após a transfiguração: “Mas digo-vos que Elias já retornou e não o reconheceram... ENTÂO OS DISCÍPULOS ENTENDERAM QUE JESUS LHES FALARA DE JOÃO BATISTA (Mateus 17. 13)

Estas são expressões da verdade bíblica que testificam a volta do profeta Elias ao plano físico terrestre em nova reencarnação nos fluidos da vida humana, fato este que se confirmou na pessoa humana de João Batista.

Aliás, a história nas escrituras que revela as provações do profeta Elias foi toda truncada pelas reformas religiosas que a Bíblia sofreu nas mãos dos doutores bíblicos precisamente para dificultar o sentido da imortalidade, da preexistência, e da reencarnação que este grandioso espírito foi submetido pela Providencia Divina a fim de servir de padrão para humanidade.


http://vozqclamabr.blogspot.com.br/2013/11/o-profeta-elias-e-trasladado-para-outra.html

http://vozqclamabr.blogspot.com.br/2013/12/joao-batista-reencarnacao-fisica-de.html


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Abrahão Ribeiro disse...

JOÃO BATISTA, REENCARNAÇÃO DO PROFETA ELIAS

Os doutores bíblicos apesar de todas as evidencias proféticas provando a reencarnação física de Elias em João Batista continuam sem reconhecer até os dias atuais, porque lhes falta discernimento espiritual: “olhos para ver e ouvidos para entender”

Muitos doutores bíblicos não aceitam a reencarnação bíblica é por falta mesmo de percepção espiritual; pois existem nesses meios religiosos interesses maiores - os econômicos, que sufocam o entendimento da revelação espiritual, exemplo: ensinam folclores humanos como se fossem coisas divinas, tais como: Elias não morreu, porque foi elevado ao céu com o mesmo corpo carnal da época. Logo, não é a reencarnação de João, porque só reencarna quem já morreu.

Vejamos bem, na Bíblia jamais expressa: que Elias não faleceu (morreu) no seu corpo humano da época. A Bíblia apenas cita: NUNCA MAIS ELIAS FOI VISTO (II Reis 2. 12); No entanto, Eliseu que o acompanhava nessa hora extrema do seu arrebatamento, e arrebatamento também tem o significado de sequestro informou uma preciosa pista para entendimento do enigma, como cita o versículo: o que vendo Eliseu, ou seja porque estava presenciando, clamou: “CARROS DE ISRAEL E SEUS CAVALEIROS”; e, eram eles “os Cavaleiros de Israel” que estavam no encalço do profeta há anos, provavelmente, foram os responsáveis diretos ou, indiretos na execução da morte humana de Elias.

E quem eram os CAVALEIROS DE ISRAEL? Guerreiros que prestavam segurança a Baal, e eram treinados para matar inimigos religiosos utilizando a fogueira. Eliseu que certamente era médium vidente presenciou o desencarne físico de Elias e o momento de sua passagem em espirito para o plano extrafísico. Por isso é que na Bíblia menciona que Elias subiu ao céu num redemoinho. Na revelação hebraica redemoinho é derivado de vento, e vento significa as coisas que se relacionam ao espirito imortal.

É mister esclarecer que os povos primitivos tinham como cerimônia sagrada aos poderes celestes queimar até as cinzas de seus adversários religiosos (prova do fogo até à morte), no intuito de convertê-los aos seus deuses antropomórficos – II Reis 23. 4-11. E conforme os registros das Escrituras concluem, o que vendo Eliseu, clamou: “Carros de Israel e seus Cavaleiros! – 2 Reis 2. 12”

Durante muitos séculos na vida social dos povos humanos “o fogo” foi um artifício beatificado por Sacerdotes Religiosos e utilizado para aniquilar a vida humana de adversários. Por isso Jesus conscientizou os seus seguidores que certamente sofreriam perseguições gratuitas: “Não temais os que matam o corpo e Não podem matar a alma” – Mateus 10. 28


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Abrahão Ribeiro disse...


JOÃO BATISTA, REENCARNAÇÃO DO PROFETA ELIAS

Outra utopia que os doutores bíblicos alegam para negar a reencarnação do profeta Elias: João Batista estava APENAS revestido do ministério de Elias, e que apenas lhe fora dado, POR ACASO “DESDE O VENTRE MATERNO”, uma missão semelhantemente ao profeta Elias.

CONTUDO, à luz da Justiça com equidade o que é que achamos da segregação racial? Da discriminação e preconceitos entre as pessoas civilizadas?

SIM, achamos que isso é injustiça social e não concordamos com essas coisas que demonstram retardamento moral. POIS BEM, e se Deus, o Criador, na sua infinita Sabedoria no momento da GESTAÇÃO dos seres humanos, JÁ DESDE O VENTRE MATERNO galardoa com a graça e iluminação do Espírito santo a uma criança que será chamada de João (Lucas 1. 13-15), e lhe destina uma missão gloriosa a de precursor da boa nova do Senhor Jesus SEM NENHUMA CAUSA concreta na preexistência espiritual que justifique essa grandeza. ENTÃO, POR QUE TODAS as pessoas JÁ DESDE O VENTRE MATERNO NÃO SÃO beneficiadas com os raios de luz e virtudes morais boas do Espírito santo? Certamente que o mundo terrestre seria MUITO MELHOR com pessoas JÁ de nascença cheias de qualidades morais virtuosas e teríamos uma humanidade com mais Justiça social, muito mais pacífica, muito mais bondade, e fraternidade entre os povos humanos.

“Porque aqueles a quem Deus ANTIGAMENTE conheceu (preexistência), os predestinou para serem conforme à imagem de seu Filho – o Cristo; e aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também glorificou – Romanos 8. 28-30”

DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS (Tiago 2. 1-13) As almas que compõem a biosfera terráquea vêm evoluindo e crescendo intelectualmente por meio das reencarnações humanas desde o período das cavernas. Nesta lógica os ascendentes espirituais de Elias era fruto da sua própria evolução espiritual, qualidades morais essas que faziam parte de sua consciência preexistencial no momento de sua reencarnação na qual se chamaria João e lhe dava créditos perante a Providencia Divina, a ponto do anjo Gabriel realçar na anunciação do seu nascimento: “porque será grande diante do Senhor, e virtuosa no Espírito santo DESDE O VENTRE MATERNO (Lucas 1. 13-15)

E assim como os doutores religiosos do Sinédrio espalharam falsos boatos de que Jesus NÃO ressurgiu dos mortos, pois foram os Apóstolos que roubaram o seu corpo humano. DA MESMA maneira os doutores bíblicos da atualidade propagam falsos discursos às pessoas tentando dificultar o entendimento da imortalidade da alma e consequentemente a sua reencarnação no tempo e espaço da evolução humana, e alardeiam que o espírito de Elias não reencarnou. E desta maneira os doutores bíblicos contrariam até a palavra de Jesus, que reafirmou categoricamente no Evangelho que o espirito de Elias já havia voltado em nova missão profética como mensageiro preparando o inicio da era cristã, e que nessa nova existência havia se chamado JOÃO BATISTA.

Graças te dou Ó Pai, Senhor dos Céus e da Terra, que ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos – os doutores bíblicos de todos os tempos, porém as revelastes aos pequeninos (Mateus 11. 25).

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Abrahão Ribeiro disse...

JOÃO BATISTA, REENCARNAÇÃO DO PROFETA ELIAS

Elias tinha consciência da sua imortalidade espiritual porque ele estava contrito com Deus, o Deus dos seus antepassados: Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó. E Deus não é Deus de mortos (Lucas 20. 38-39). O certo é que 10 anos depois deste fato: o arrebatamento/sequestro do profeta Elias, o mesmo se manifesta e faz severas advertências a Jeorão (2 Reis 8. 16), mandando-lhe uma carta escrita de próprio punho, criticando a corrupção moral de seu Governo e os flagelos que cairiam sobre o povo (2 Crônicas 21. 12) Como aconteceu esse intercambio? Sabemos que para Deus todas as coisas são possíveis. Vejamos o que descreve a Bíblia em II Reis 2. 15 depois do arrebatamento do profeta – “o espírito de Elias repousa sobre Eliseu”, e com certeza Eliseu serviu de médium psicográfico.

Elias não passou pela morte... Isso quer dizer em espírito que ele não sofreu a agonia comum, que geralmente, todos passam quando chega o momento final do falecimento dos seus órgãos carnais, são perturbações que bloqueiam a consciência e podem durar horas, dias e até meses. Em outras palavras a sua morte física foi suavizada, e o seu espírito entrou na glória iluminada dos imortais. Mas, não aconteceu somente com Elias, pois Jesus esclareceu: “dos que aqui estão comigo, alguns há que não provarão a morte, até que vejam o reino de Deus” (Lucas 9. 27). Isso também não quer dizer ao pé da letra que aquelas pessoas não morreriam fisicamente; e sim que esses obreiros leais na seara do Senhor, e que sacrificariam suas vidas materiais em prol da elevada causa da boa nova do Reino, e ao chegar o momento final de suas existências corporais, suas consciências espirituais é que seriam transmudadas do físico para o espiritual, porque seus espíritos é que ressurgiriam glorificados na luz divina para o reino dos Céus.

Os doutores bíblicos necessitam desenvolver os ouvidos para entender, que só se entra nas dimensões imateriais do invisível celestial em corpo espiritual (I Coríntios 15. 44). Quando Jesus afirma que Deus não é deus de mortos, mas de vivos (Lucas 20. 38-39), Ele está confirmando a sobrevivência espiritual, porque o espírito é imortal jamais deixa de existir. E, fisicamente, todos os homens morrem porque falecem as funções da vida material, é lei da natureza: o corpo volta ao pó; porém o espírito retorna a Deus que o deu. O nosso corpo carnal foi feito para habitar na terra. E semeia-se o corpo material para habitar no planeta Terra. E se há corpo animal há também corpo espiritual (I Coríntios 15. 44). Por isso é que Jesus também fez questão de levar a sua mensagem aos abismos da vida espiritual e pregar aos mortos que estavam vivos por lá, e aos espíritos em prisão, que padeciam nas dimensões espirituais do extrafísico (I Pedro 3. 19-20) e (I Pedro 4. 6)

Abrahão Ribeiro disse...

JOÃO BATISTA, ELIAS REENCARNADO, ESTAVA SOB O EFEITO NATURAL QUE OBSCURECEM AS LEMBRANÇAS DAS VIDAS PASSADAS

Quando os sacerdotes e levitas perguntaram a João: quem és tu?
E confessou João, respondendo: eu não sou o Cristo.
E questionaram-lhe os sacerdotes: és tu Elias? Ele respondeu: Não sou.
Então, és tu profeta? E respondeu: Não.

Assim, João Batista não tinha total lembrança da sua preexistência espiritual, submetera-se pela Providência Divina ao véu do esquecimento temporário que envolve os espíritos que reencarnam no planeta Terra. Mas o Espírito lhe revelara através da vocação que aflora naturalmente do subconsciente preexistencial, e Ele compreendera as orientações da sua predestinação deliberadas muito antes daquela missão, e nos lampejos dessa intuição, Ele ligava fatos da sua vida pregressa àquela revelação profética de Isaías e Malaquias: Eu sou a voz do que clama no deserto, como disse o profeta Isaías (João 1. 22 a 23 e Mateus 11. 10). Era uma referência à existência decorrida anteriormente, isto é, há 9 séculos passados (I Reis 17. 1 a 7), quando vivera como Elias por muitos anos refugiado no deserto da Judéia clamando contra os desvios religiosos dos seus compatriotas e sendo sustentado pelos curvos, tribos nômades que sobreviviam nas encostas do vale Jordão.

E naquela atual existência, ele João Batista era 6 meses mais velho que Jesus; e nessa revelação sentiu a preexistência do seu Espírito antes mesmo daquele renascimento como João Batista, compreendendo também a hierarquia espiritual do Cristo que era muito superior à sua, eis um testemunho deste fato. João Batista testificou de Cristo, dizendo: Este é aquele do qual eu havia anunciado: "O que vem depois de mim é muito antes de mim, porque já existia antes de mim. (João 1. 15 a 34).

Como Jesus existia antes de João Batista?

Se o Batista filho de Zacarias era mais velho que Jesus de Nazaré filho de Maria (vide Lucas 1. 24-26).

Lógico que nesta passagem João se refere à preexistência espiritual, pois a do Cristo é muitíssimo anterior à do profeta Elias.

Na verdade, a preexistência do Senhor Jesus como espírito imortal (João 8. 56 a 58) remonta aos fundamentos e expansão do Cosmo nos planos da eternidade. Verbo divino que presidiu a origem, a gênese material e espiritual de nosso sistema planetário (Colossenses 1. 15 a 16), sendo eleito pelo Senhor da Vida e do Universo para guiar a humanidade terrestre à perfeição plena na ordem dos Céus (Mateus 28. 18) (João 8. 12 e 17. 4 a 20).


Concluindo, entre a palavra de João desconhecendo aos questionadores o principio causal, se ele era realmente Elias? Ou se era profeta? E que ele não tinha nem mesmo consciência intuitiva que era muito mais que um profeta. E a palavra imorredoura de Jesus que afirmou categoricamente aos povos que João era o Elias que havia de vir, conforme o anúncio do profeta Malaquias, vide cap 4 vers 5 e, em Mateus cap. 11 vers 12 e também em Mateus 17. 12 a 13.


Qual a palavra que tem mais autoridade moral para confirmar essa grande verdade? – da reencarnação de Elias em João Batista.

A palavra de João Batista? Ou a palavra do Cristo de Deus?

João Batista estava sob o efeito natural que se submetem os seres na programação existencial e que obscurecem as lembranças de vidas pregressas. Enquanto Jesus, espírito puríssimo na ordem celeste estava revestido dos poderes que prevalecem sobre a matéria e também diante do espírito.

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