segunda-feira, 29 de março de 2010

EU JAMAIS PERTENCI A IEMANJÁ

“Quando passares pelas águas, eu serei contigo: quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Isaias 43.2).
Eu nasci em um lar evangélico, não conhecia praticamente nada sobre o mundo espiritual das religiões tipicamente brasileiras ou afro-brasileiras e nem sequer nomes de espíritos. Na época da minha infância e juventude, não se falava sobre espíritos com a liberdade e intimidade de hoje, as religiões mais conhecidas eram a católica e a dos protestantes, como eram chamados os evangélicos. Portanto eu não tinha a mínima idéia de quem era Iemanjá, acreditava apenas que existia uma lenda que atribuía a ela o poder de ser a “deusa do mar”. Era com esse entendimento que, embora brincando, eu entrava no mar declarando que ia para os braços de Iemanjá.
Infelizmente, milhares acreditando que seja ela um espírito bom, a chamam de grande mãe.
“Deusa da nação Egbá, nação Iorubá, onde existe o rio Iemanjá. A umbanda por influência do sincretismo, promoveu Iemanjá como nova entidade, criação puramente brasileira. Moralizada como mãe de todos os orixás, assimilando-a com Nossa Senhora, mãe de Deus. Nela ficam condensadas as características das diversas entidades femininas.” (Extraído).
Como muitos sabem, os espíritos são malignos, enganadores, aproveitando, portanto, minha inocência e néscias palavras, foi que por várias vezes aquele espírito intentou me arrastar para as profundas águas do mar. No entanto o Senhor “Deus do Mar” o verdadeiro Criador de todas as coisas sempre me providenciou escape, e sendo o Todo Poderoso vetou a pretensão desse espírito de poder sobre a minha vida, uma vez enviando uma corrente de onze homens para me salvar e todas as outras me dando capacidade física para nadar, apesar de não ser eu uma sequer, razoável nadadora. Aleluias a Ele para sempre! Frustrado em suas tentativas assassinas, esse espírito foi até o seminário, depois de algum tempo desses acontecimentos, e como perturbadores que são, se pôs aos meus pés na cama aonde eu dormia e como se estivesse sentada sobre suas pernas com os trajes que aparece aos seus seguidores proclamou: eu sou iemanjá. Glórias a Deus! Foi nesse dia que eu confessei a Deus o meu pecado embora inconsciente, e entendo quando Davi suplica: “Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas. (Salmo 19.12).
Deus ouviu a minha oração e perdoou o meu pecado, embora não havia tomado em conta o meu tempo de ignorância, ou eu não estaria aqui testemunhando do seu amor para com todos os filhos de Abraão, mesmo quando eles ainda estão distanciados dessa maravilhosa paternidade.
Sou uma ardente amante do mar e de tudo o que ele produz. Gosto de contemplar a sua beleza, quer quieto, quer agitado, amo a sua força, deliro com as ondas que se derramam na praia, me delicio vendo o sol já sonâmbulo pousar sobre as águas mornas do mar. Navegando em um barco da marinha, mesmo acompanhando alguém que foi jogar as cinzas de um velho marinheiro nas inquietas e profundas águas oceânicas, meu coração quase não conteve a emoção diante da exuberante beleza e força das volumosas ondas azuladas.
Considero-me privilegiadíssima por Deus nos oportunar viver sempre pertinho do mar e poder mergulhar nas suas águas mornas e refrescantes principalmente nestes meses de tanto calor.
As águas jamais me submergirão, tenho apenas que conhecer meus limites e não querer tentar ao meu guardador, O Criador de todo o universo.
Foi hoje ao acordar sonhando que eu havia sido vítima de um tsunami que apesar de passar sobre mim e as pessoas que estavam comigo, não pôde nos destruir, que vim escrever este ensaio, todavia o que me trouxe aqui logo que levantei, foi a palavra que soava ao meu coração:
“Quando passares pelas águas, eu serei contigo: quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.” (Isaias 43.2).
Temos estas experiências de proteção tanto com água como com fogo.
Hoje foi feriado aqui em Aracaju (aniversário da cidade). Fomos à praia depois que escrevi a mensagem acima, no caminho comecei a contar ao meu marido sobre o sonho. Quando terminei, ele parou o carro no acostamento e ficou me olhando com a cara de muita surpresa e me contou que nas primeiras horas da manhã também ele havia sonhado que estava comigo no carro e eu dirigindo, já estávamos na praia daí ele olhava o mar e via uma onda enorme altíssima vindo sobre nós, era um tsunami, ai ele me gritava para correr e eu dava ré no carro e saía correndo e a onda passava por trás de nós sem prejuízos.
Bem, creio que logo, logo vou registrar aqui nossa vitória contra este grande tsunami. Fiquei feliz com a confirmação tão clara que meu marido recebeu através de um mesmo sonho...



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3 comentários:

Marlon/Leane disse...

¶ também acontecerá que sairão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e metade delas para o mar ocidental; no verão e no inverno sucederá isto. Zacarias 14:8 ¶

Não temeremos, pois o Senhor é conosco. Amém.

Guiomar Barba disse...

Obrigada Marlon pela palavra citada. Realmente, não temos a quem temer ou a que temer, nosso Deus é o Todo Poderoso.

Volte, será sempre bem vinda.
Abraço.

Soraia disse...

Sem palavras,amiga...simplesmente maravilhosa esta revelação...vcs são abençoados demais.
Te amo em Cristo.

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