sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Exegese e Hermenêutica

Extraido do blog:

http://caminhosdateologia.blogspot.com/2011/02/exegese-e-hermeneutica.html

"Você precisa ler a Bíblia"; "irmão acorda, acorda irmão, senão a Bíblia vai cair da tua mão..."; "cadê a sua espada? Veio para o culto desarmado?", "A Bíblia é um arma com 66 tiros"...

Diz aí, com certeza você já deve ter ouvido algumas dessas frases em algum momento da sua vida. A Bíblia é o livro mais vendido mas é também o menos lido e compreendido. Não basta ler a Bíblia, é preciso saber interpretá-la com um mínimo de segurança. Um dos grandes problemas hoje nas comunidades cristãs é ligar o abismo que existe entre o que a Bíblia disse "lá", no seus originais para o "aqui e agora", para as situações da nossa própria vida.

Alguns não se preocupam com o que um livro bíblico quis dizer quando foi escrito, ele só se preocupa com o que o texto quer dizer hoje para ele; mas isso é um grande equívoco e um contra-senso e a origem de todo tipo bizarro de erro. Mas felizmente, muitos cristãos possuem o bom-senso. Mas afinal de contas, que bicho é esse - a tal da exegese? A palavra exegese deriva do grego exegeomai; ex tem o sentido de ex-trair, ex-ternar, ex-por, ou seja, conduzir, guiar. Então, de um modo geral, exegese é revelar o sentido de algo ligado ao mundo do humano, mas o termo se orientou para a interpretação do texto bíblico. Então, de modo simples, a exegese se preocupa com o que o texto bíblico quis dizer quando foi escrito e para isso usa várias ferramentas; já a hermenêutica, que é uma ferramenta da exegese, busca olhar esse significado primitivo do texto na variedade de contextos novos ou diferentes dos nossos próprios dias. Podemos dizer que a hermenêutica pergunta: "o que esse texto que significou tal coisa no passado (exegese) significa hoje para mim como seguidor da fé bíblica(hermenêutica)? É bom deixar anotado que essas definições podem variar de autor para autor mas essa é para mim a definição mais simples e fácil de entender. O alvo da interpretação é chegar ao sentido claro do texto. Mas se apenas uma leitura é capaz de perceber o sentido claro para quê interpretar? Por duas razões importantes: 1 - Precisamos aprender como interpretar por que todo leitor é ao mesmo tempo um intérprete. A maioria de nós toma por certo que, enquanto lemos, também entendemos o que lemos. Mais agravante ainda, é que quando lemos, tendemos a achar que o nosso entendimento é o mesmo que o texto original queria dizer. Ainda há outra dificuladade: levamos para o texto tudo quanto somos, com as nossas experiências, cultura(ou falta dela...) e entendimento prévio de palavras e ideias. Isso quase sempre nos leva a atribuir significados estranhos ao texto. Um exemplo clássico: Todo calvinista ortodoxo lê toda a bíblia pela seu pré-conceito de que Deus é soberano e que estabeleceu entre os homens uns para a salvação e outros para a perdição. Alguns textos bíblicos podem apoiar essa ideia mas outros não. Logo, o calvinista ortodoxo tende a forçar aquele texto que não diz claramente o que ele pensa a significar o que ele já tem como verdade pré estabelecida. A mesma coisa coisa pode acontecer com outras visões doutrinárias. Um outro exemplo: uns, quando leem textos acerca de adoração, automaticamente transportam para o texto bíblico o modo como a sua igreja promove a adoração. Ou seja, a adoração bíblica é aquela que a sua igreja pratica. Um outro caso: Quando Paulo fala em carne, por exemplo em Romanos 13.14, as pessoas de cultura européia tendem a pensar que "a carne" significa "o corpo"; então, pensam que Paulo está falando nos "apetites físicos"; mas a palavra "carne" conforme Paulo a emprega, raras vezes se refere ao corpo mas sim, a uma enfermidade espiritual ou como alguns dizem, "a natureza humana pecaminosa." Essa interpretação errônea prevaleceu durante décadas aqui no Brasil no meio das Assembleias de Deus, fundadas por europeus.

No próximo texto, a segunda razão por que é importante a interpretação bíblica.

Sempre que eu postar texto sobre o tema, esses serão as principais fontes consutadas: Gordon D. Fee & Douglas Stuart. Entendes o que lês? ed. Vida Nova Cássio Murilo D. da Silva. Metodologia de Exegese Bíblica. Ed Paulinas Horácio Simian-Yofre(coord). Metodologia do Antigo Testamento. Ed Loyola. Wilfrid J. Harrington. Chave para a bíblia. Ed. Paulinas Uwe Wegner. Exegese do Novo Testamento. Ed Sinodal/Paulus Antonius H. Gunneweg. Hermenêutica do Antigo Testamento. Ed Sinodal/EST Dicionários bíblicos Rômulo Candido de Souza. Palavra Parábola. Ed Santuário

 




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14 comentários:

Guiomar Barba disse...

Altamirando Macedo disse...
O termo exegese está ligado a interpretação alegórica e por isso a bíblia é um livro onde cada um procura o que deseja.
Ser exegeta é aplicar o conceito bíblico no contexto cultural da época.
O temo hermenêutica é uma compreênção comparativa que se apoia em uma multiplicidade de conhecimentos objetivos deduzindo o sentido a partir do enunciado.
Ser hermenêuta é compreender um texto encadeando um novo discurso aplicando a ciência da interpretação. Por isso, a bíblia é um livro onde cada um encontra o que procura.
O melhor exemplo de dicotomia.

16 de fevereiro de 2011 06:38

Guiomar Barba disse...

Eduardo Medeiros disse...
altamirando, é verdade que a exegese está ligado nos seus primórdios a interpretação alegórica, especialmente com orígenes. mas a elegoria é apenas uma das possibilidades de se chegar ao texto bíblico. (os cabalistas, por exemplo, leem toda a torá alegoricamente)

podemos encontrar o que procuramos em qualquer texto antigo, desde é claro, que não se aplique o mínimo de interpretação levando em conta o contexto social onde foi escrito, para quem foi escrito, porquê foi escrito, o que queria dizer quando foi escrito, como o texto foi recebido por quem o leu, qual seu estílo literário, qual sua teologia, etc, etc. é um campo muito vasto.

obrigado pelo comentário esclarecedor.

16 de fevereiro de 2011 11:23
Guiomar Barba disse...
Altamirando, creio que todas as coisas nesta vida se "prestam" a uma interpretação pessoal. O que é difícil é que cada um de nós reconheça seu limite, sua capacidade de interpretação, tenha humildade para lembrar que nada sabemos e que sempre podemos aprender uns com os outros, por mais que este outro nos pareça sem inteligência.

Por este motivo também, é que temos que buscar compreender a bíblia à luz do Espírito Santo.

Abraço amigo.

Guiomar Barba disse...

Guiomar Barba disse...
Edu,
Gostei muito do seu texto, quero postá-lo no meu blog,tem muita gente precisando saber isto.

Por outro lado, eu creio que na bíblia existem verdades universais, ou seja, para todo tipo de cultura, mais em termos de ensinamentos cristãos.

Deus continue abençoando sua vida em todos os aspectos e toda a sua família.
Beijão.

16 de fevereiro de 2011 11:43
Altamirando Macedo disse...
Guiomar Barba,todas as coisas escritas se prestam a uma interpretação pessoal, concordo.
Então vou melhorar minha síntese com você. Como a interpretação da bíblia está ligada a uma exegese ela, a bíblia, é um livro onde cada um encontra o que procura.
A hermenêutica se aplica na interpretação da mesma levando em conta o contexto social onde foi escrito, para quem foi escrito e o que quiz dizer quando foi escrito. Portanto, a bíblia é um livro onde cada um procura o que deseja. E ela, por ser inspirada pelo Espírito Santo, está fora da minha capacidade de interpretação.
Abraços. Que Alá esteja convosco

Guiomar Barba disse...

Eduardo Medeiros disse...
guiomar, você está certa. todo leitor é um intérprete. mas isso não quer dizer que não haja um sentido original pretendido pelo autor de um texto, essa é a função da exegese e da hermenêutica.

se por exemplo eu escrever hoje um texto dizendo que meu cachorro é tão esperto que só falta falar e daqui há dois mil anos esse texto for reescrito várias vezes, sofrer alterações e acréscimos, é possível que daqui a dois mil anos se leia que meu cachorro falava.

a função do exegeta é descobrir se no texto original realmente eu teria dito que o meu cachorro falava. se não for possível encontrar o original, deve-se então buscar o texto mais antigo e fazer comparações de manuscritos.

é mais ou menos por aí.

16 de fevereiro de 2011 13:31
Rô disse...
fazer hermenêutica é saber que só existe elefante de quatro pernas. Embora, muitos hermeneutas têm visto elefantes de cinco ou mais pernas.
As vezes o que você pensa que vê não condiz com a realidade. Todo cuidado é pouco. rss Paz!

16 de fevereiro de 2011 14:15
Guiomar Barba disse...
Altamirando, você repetiu o que falou antes. "A burrinha aqui já havia entendido heheehheh Só que continuo dizendo que você acha o que procura em qualquer livro que você escolher para buscar. No entanto, será sempre a sua interpretação.
Eu acredito que a bíblia tem sua essência universal, e é esta essência, que só o Espírito Santo de Deus pode trazer à luz para nossa mente.

Se Ala é Deus, segui-o kkkkkkkkk
Beijo.

Guiomar Barba disse...

Altamirando Macedo disse...
Rô, não entendi qual o seu conceito sobre hermeneutas.

17 de fevereiro de 2011 05:23
Guiomar Barba disse...
Edu, você disse: "guiomar, você está certa. todo leitor é um intérprete. mas isso não quer dizer que não haja um sentido original pretendido pelo autor de um texto, essa é a função da exegese e da hermenêutica"

Claro né? rsrs

Então repito o que falei para Altamirando:"Eu acredito que a bíblia tem sua essência universal, e é esta essência, que só o Espírito Santo de Deus pode trazer à luz para nossa mente". Foi o que tentei dizer no comentário que fiz para você.

Por outro lado, veremos como diz a Rô, cinco ou mais patas nos elefantes.
Beijos.

17 de fevereiro de 2011 05:29
Guiomar Barba disse...
Altamirando, voltei para lembrar uma coisa muito importante, que, nem sempre buscamos o que queremos, principalmente se tratando da bíblia. Muitas vezes buscamos confirmação para aquilo que foi interiorizado por nós através de ensinamentos coercitivos, embora queríamos desesperadamente que tivesse outro sentido.

Quem já viveu religiosidade entende

Guiomar Barba disse...

Rô disse...
Quis dizer que há pessoas que não sabem interpretar um texto e acaba vendo o que não existe, pois a palavra mesmo usada da forma correta, gera muitas vezes interpretações distintas, pelo fato da linguagem normativa não apresentar significados que só pode ser interpretado de uma forma. Como se não bastasse, existem também as hipóteses em que o texto legal vem empobrecido pois os autores além da distância de tempo, há também diferenças de idioma, pois a Bíblia foi escrita originalmente em hebraico, aramaico e grego. sem falar nas diferenças culturais que só faz separar os leitores atuais dos autores originais da Bíblia.
Por isso é necessário aplicar princípios da hermenêutica (a ciência da interpretação) ao texto bíblico. Pois há erros gramaticais também que confundem a clareza de um texto. Uma mesma disposição pode ser clara em sua aplicação aos casos mais imediatos e pode ser duvidosa quando se aplica a outras relações que nela possam enquadrar e às quais não se referem diretamente levando-o a uma péssima interpretação,
por isso que eu disse que alguns enxergam elefantes com 5 patas mas na realidade ele tem 4 entendeu? Paz querido!

17 de fevereiro de 2011 11:36
Altamirando Macedo disse...
Rô, muito obrigado. Até que enfim!.. Alguém me explicou o que é a bíblia. Cada um interpreta de acordo a à sua cultura e os que não tem cultura suficiente delega poderes a líderes ou ao Espírito santo. Enxergam elefantes com 10 patas, que voam.He,he,he...
Rô, acho que alguém deveria usar este seu comentário como uma postagem para que mais navegadores lêssem. Gostei. Era o que eu queria ler.
Abraços...

17 de fevereiro de 2011 13:41

Guiomar Barba disse...

Altamirando Macedo disse...
Guiomar Barba, eu já vivi, e se entendi, esqueci.

17 de fevereiro de 2011 13:45
Eduardo Medeiros disse...
rô o contexto cultural e a intenção do autor original para mim são os dois maiores problemas para se interpretar bem um texto bíblico. isso sem falar no estilo literário, pois tem muita gente lendo metáforas e símbolos como coisas concretas.

mais um agravante no caso da bíblia: seu teor religioso e sobrenatural. por isso, gosto dos autores que distinguem exegese acadêmica de exegese devocional.

nenhum exegeta acadêmico, por exemplo, tem subsídios para dizer que a travessia do mar vermelho a pés enxutos foi literal; há aqueles que leem esse texto literalmente e que interpretam a coisa toda como manifestação de deus. mas deus está além do academicismo.

então, muitas vezes, não é que o elefante tenha apenas 4 patas, muitas vezes as patas do elefante estão escondidas e soterradas por séculos de interpretação e reescrita do texto.

isso sem falar é claro, no maior obstáculo que todo crente já tem ao interpretar um texto que é a sua pré-coompreensão que tem, aprendida na igreja e que o faz rechaçar todo abordagem que difira da sua que ele tem como verdadeira mas que nunca pois à prova.

rô, também gostei muito do seu comentário, assim como o da gui. o altamirando está aqui para dar aquele plus ao assunto.

18 de fevereiro de 2011 01:57

Guiomar Barba disse...

Eduardo Medeiros disse...
gui, quanto ao que eu disse sobre exegese devocional e acadêmcia, você deu um exemplo clássico. veja seu comentário:

"Eu acredito que a bíblia tem sua essência universal, e é esta essência, que só o Espírito Santo de Deus pode trazer à luz para nossa mente"

uma exegese acadêmica não pode se valer do espírito santo por motivos óbvios, a ação do espírito está limitada ao contexto da fé e da interpretação devocional.

um exegeta acadêmico poderá perguntar:

1 - como ter certeza que o espírito santo está ajudando realmente na interpretação correta do texto?

2 - quem é o espírito santo? qual sua função? de onde ele veio? ele é deus? veio de deus? veio de jesus? etc, etc

ou seja, numa exegese devocional, existe também toda uma questão de interpretar quem é o espírito santo e como ele age.

isso está além de uma exegese acadêmica que não se atém ao teor sobrenatural e de fé do texto mas sim à cultura que o produziu, com qual intenção, etc

e com certeza já ouvimos muitos absurdos de gente simples que não sabem nem o que é exegese e que afirmaram categoricamente que tiveram uma revelação do espírito santo.

a questão parece simples mas é bem complexa.

vocês estão enriquecendo bastante o texto.

18 de fevereiro de 2011 02:09
Altamirando Macedo disse...
Eduardo Medeiros, aqui vai meu "plus" para a exegese acadêmica.
O Espírito Santo (não Estado) surgiu na história mostrando a cara durante o segundo concílio ecumênico de Constantinópla convocado pelo Imperador Theodósio l em 347 dC onde promulgou o dogma da santissima trindade como credo Niceno-Constantinopolitano e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo mandou trucidar 7000 rebeldes dentro de um circo na cidade de Tessalônica. Daí para cá, ele passou a inspirar leituras na bíblia. He,he,he...
Que Alá esteja convosco.

18 de fevereiro de 2011 02:54

Guiomar Barba disse...

Guiomar Barba disse...
Edu, Ro, Altamirando, ja publiquei esta rica postagem no meu blog. Estou levando para lá os comentários de vocês mesmo antes de pedir licença, creio que já está público heheeheheheh.
Brigaduuuuuuuuu

18 de fevereiro de 2011 05:27
Guiomar Barba disse...
Edu, uma vez um argentino muito culto, me gritou: Eu quero la saber o que a bíblia diz Guiomar, eu quero saber o que ela é na tua vida.

Eu jamais quero esquecer este brado. Ele penetrou na minha alma, mente e remexeu com todo meu ser, positivamente.

Gosto de lembrar quando Jesus disse: vos já estás limpos pela palavra que ouvistes...

A verdadeira revelação da palavra através do Espírito Santo, transforma radicalmente a nossa mente e nos leva a amar, apenas amar.

Beijo.

18 de fevereiro de 2011 05:36
Guiomar Barba disse...
Altamirando, que bom que você tenha esquecido.

Dei boas risadas quando você disse a Rô: Era o que eu "queria" ler.

Você também foi pentecostal?

Eu não sei porque você insiste em atribuir a Deus, ao Espírito Santo, as atrocidades que a igreja católica cometeu. Você sabe perfeitamente o que estava por trás de tudo.

O que deve fomentar a sua revolta contra a Trindade, é a não inteferência de Deus para impedir a crueldade da cúria romana.

Se cultura suficiente, me fizesse negar a atuação do Espírito Santo, eu jamais buscaria mais conhecimento, apesar da minha carência cultural.
Fico feliz de saber que milhares de homens cultos, até mesmo grandes cientistas são cristãos e acreditam na Trindade.
Procure conhecer mais a biografia de cientistas.
Beijo.

18 de fevereiro de 2011 06:

Guiomar Barba disse...

Guiomar Barba disse...
No lugar de interferência, ponha intervenção, por favor.

18 de fevereiro de 2011 06:05

Guiomar Barba disse...

e em lugar "de" saber, "em" saber kkkkkkk
Minha cabeça está funcionando à força. Estou vivendo um dos momentos mais críticos da minha enfermidade. Perdão por tantos erros, muitas vezes tenho que lê, reler, reler uma frase para entender.

Infelizmente a medicina ainda não sabe a procedência e tampouco como tratar

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Olá, Gui!

Também estou acompanhando o debate no blogue Caminhos da Teologia. Inclusive, acabei compartilhando há pouco um tema que também postei em meu blogue pessoal. Trata-se de um artigo onde falo sobre o Apocalipse e o cânon do Novo Testamento:

http://doutorrodrigoluz.blogspot.com/2011/02/revelacao-da-revelacao.html

Abraços.

Eduardo Medeiros disse...

gui, fico feliz de ter esse texto reproduzido aqui!! ele tem uma segunda parte para fechar o assunto. por enquanto...rsssss

amiga, você está bem? lembro de ter lido sobre o seu problema mas não me lembro exatamente o que é.

beijos

Altamirando Macedo disse...

Então, Guiomar Barba, você é pastora. Tá explicado...
Não é atôa que divergimos, gostei.

Esta é a primeira vez que visito e comento em seu espaço e espero discordarmos ou não com nossos próprios temas. Acho que aparecerei mais vezes por aqui. Permita-me?
"O lado ou a parte" está de livro aberto para seus comentários mesmo sendo a favor do contra. He, he, he...
Com mais tempo lerei seus textos.
Abraços..

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