domingo, 6 de fevereiro de 2011

A FÉ EXPLICA

Nada melhor do que provarmos a fé pelas obras, portanto, extraí o depoimento abaixo do capítulo seis do livro “Paz Interior em Tempos de Crise” (Editora Betânia), escrito pelo pastor americano George Foster, ex-diretor da Editora Betânia – BH, palestrante, intérprete, autor de vários outros livros, Conselheiro Internacional de Pastores e meu ex-professor de “Vida Cristã.” Nutrimos por ele uma estima mui grande, por sua vida de fé e testemunho cristão.

Quero relatar aqui uma experiência que tivemos e que sempre será um marco em nossa vida. Ocorreu num momento em que estávamos passando por provações, e isso nos fez relembrar de que Deus estava e está conosco, mesmo quando não sentimos sua presença.

Alguns anos atrás, fizemos uma viagem ao Brasil. Na oportunidade, resolvemos visitar uma missionária brasileira de nome Sônia, que fizera uma cirurgia para remover vários tumores. Disseram-nos que ela estava morando na casa de parentes em Niterói. De posse do endereço, viajamos para essa cidade. Ali chegando, fomos procurar a rua e o número.

Depois de rodar por alguns minutos, pedimos ajuda a um taxista. Ele nos informou que nunca ouvira falar daquela rua, mas se prontificou a se comunicar com a central telefônica que, segundo ele, conhecia todas as ruas da cidade. Fez a ligação e em seguida nos comunicou que na central telefônica também ninguém tinha conhecimento dela.

Sem saber direito o que fazer, fomos a um orelhão para ligar para o marido de Sônia. Havia um homem usando o aparelho, então me coloquei logo atrás dele, aguardando minha vez. Pouco depois, ouvi-o dizer:

“É ela fez a cirurgia. Eles tiraram caroços, mas descobriram mais alguns. Ela vai ter de operar de novo.”

O caso que ele mencionava era muito parecido com o de Sônia. No instante seguinte, um jovem se aproximou, cochichou qualquer coisa com o homem e ficou ali por perto. Minha curiosidade se aguçou. Aproximei-me dele e lhe perguntei se conhecia aquela rua. Quando ele leu o endereço no papel, olhou-me de uma forma estranha e disse:

- O nome do bairro e o da cidade estão certos, mas o da rua não. Ela fica é no Rio de Janeiro. Aliás, esse endereço é da minha casa! Por que querem ir lá?

- Queremos visitar uma amiga nossa chamada Sônia, para orar por ela.

- Oh, que coincidência! Replicou ele. Sônia é minha irmã!

- Pois eu não acho que seja coincidência, falei. Creio que foi Deus que nos fez encontrar você.

- Então Deus fez tudo muito certo, comentou ele. A Sônia não está em minha casa, não. Ela está nesse apartamento bem aqui em frente.

Em seguida, ele nos apresentou ao homem que estivera falando ao telefone.

- Este é nosso pai, disse.

O pai também ficou profundamente admirado e nos conduziu ao apartamento onde a missionária se encontrava com seus familiares. Todos se mostraram impressionados com a forma como Deus nos conduzira até ali. Sentimos que algo de muito importante estava para acontecer. Então oramos por Sônia, e imediatamente El ficou curada dos tumores de modo miraculoso. Ela não precisou fazer uma segunda cirurgia e, passados vários anos, nunca mais teve tumores.

Todas as vezes que me recordo desta experiência, sinto-me fortalecido na fé. Como eu poderia duvidar de que Deus estava comigo naquela ocasião ou de que está agora? Como poderia não ser grato a Ele?

No entanto, às vezes, não sou. O que acontece é que deixo que as circunstâncias adversas venham bloquear minhas recordações das bênçãos de Deus. Ainda não desaprendi totalmente a “arraigada” arte de reclamar. Preciso aprender a dar graças a Deus...

Foi uma história tão comovente para nós quando minha avó materna foi curada de câncer de mama e viveu mais longos e longos anos, até que, aos noventa e oito anos, a natureza lhe baixou a cortina.




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17 comentários:

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Graça e paz, minha irmã!

Tenho provado que aproximações deste tipo já ocorreram em minha vida e que, muitas das vezes, depois de passado algum tempo, sou tentado a questionar se foi obra de Deus ou mera coincidência de fatos.

Mas sei que a nossa vida está nas mãos do Eterno, pelo que me lembro da época em que meu avô faleceu, no ano seguinte após minha formatura na faculdade. Órfão de pai desde os 7 anos, passei a depender financeiramente dele desde os 8 para 9 anos. Em 30 de maio de 2005, época de seu falecimento, recebi minha última mesada vinda da parte dele em junho daquele ano. Então, fui graciosamente sustentado devido a outras circunstâncias. Primeiro fui vivendo de uma indenização judicial que, após anos de espera, havia saído uns dois meses antes de ele falecer. Depois que esse dinheiro acabou, fui recebendo outras sucessivas quantias daqui e dali de modo que, quando acabava um recurso, vinha outro. E, em março de 2006, pude celebrar o meu casamento com minha esposa quando, após ter gasto quase tudo, veio novamente outra bolada. E tanta coincidência demonstrava a Divina Providência sobre a minha vida, embora aidna assim eu, como carne que sou, ficava ansioso.

Hoje, embora esteja atravessando um espinhoso deserto, em que minha esposa anda doente (na madrugada dde sexta precisei levá-la ao hospital) e temos gastado mais do que nossa receita, posso mesmo assim ser grato ao Eterno pelo que tem feito por mim. Sei que Deus me ama e que jamais me deixará.

Guiomar Barba disse...

Rodrigo, fico feliz em recebê-lo aqui.
Se você tiver a oportunidade de ler este livro do George, você vai ver quantas experiências lindas ele tem vivido, mas como todos nós, as vêzes duvida.
Eu não sei bem facilitar procuras no meu blog, mas tenho muitas experiências do cuidado de Deus por nós. Se você se interessar, leia: "O Cinto", "Pavê ou Sorverte", "OS DÍZIMOS E OFERTAS NÃO DEVERIAM CAIR NAS MÃOS DE MERCENÁRIOS".
Todas, são experiências pessoais, portanto eu creio sim, que Deus cuidou de você, com uma razão especial.
A intimidade do Senhor é para aqueles que O buscam.
Eu também apesar das experiências diárias com Deus, as vezes me entristeço com a minha falta de confiança absoluta.
Beijo amigo, volte sempre.

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Minha irmã, posso dizer que até em pequenas coisas, Deus já cuidou de mim. Certa vez, perdi uma agenda quando voltava do Fórum (sou advogado) e nela tinha datas de várias audiências, compromissos, telefones de clientes, números de processos, etc. Fiquei em pânico quando soube daquela perda e então lembrei-me de orar. Instantes depois, estando mais calmo, consegui me recordar sobre onde poderia ter ocorrido a perda e aí lembrei que havia parado num telefone público para fazer uma ligação (há alguns anos atrás ainda se usavam os orelhões com maior frequência). Então, ainda naquele dia, fui caminhando até o local que fica em frente a um supermercado e aí tive a iniciativa de perguntar a um camelô que costuma vender suas mercadorias ali por perto. Pois bem. Aquele camelô era um irmão em Cristo de outra igreja e ele havia guardado aquela agenda para mim, mesmo sem saber quem seria o dono. Naquele dia, posso dizer que fiquei super feliz até porque eu vivia momentos de grande ansiedade e tensão quanto ao meu trabalho. Talvez para outra pessoa, aquele incidente nem representasse tanto porque muito não se importariam em comprar uma agenda nova e preenchê-la. Mas eu sou muito preso aos compromissos que assumo (acho que até demais) e me senti bastante aliviado pelo achado. Então, agradeci muito a Deus.

Eduardo Medeiros disse...

gui, esse sentimento de que deus está cuidando de si é profundamente subjetivo. não nego que orações feitas com fé podem curar, isto já está inclusive comprovado cientificamente.

tudo depende de como a pessoa se relaciona com deus, qual os seus conceitos sobre ele e qual a sua disposição para a vida espiritual.

não acredito que deus cuide dos seus filhos, pois muitos desses filhos são vítimas de acidentes, de morte violentas e de doenças incuráveis.

não posso conceber deus cuidando de uns e deixando outros sofrendo. se eu tiver dois filhos e os dois tivessem sofrendo e eu pudesse aliviar as dores dos dois eu não escolheria um e deixaria o outro sofrer. quem dirá deus...a não ser, é claro, que nossas concepções sobre deus estejam em algum ponto, profundamente equivocadas.

existe uma coisa chamada causalidade que muitos chamam de "intervenção divina"; ao mesmo tempo como posso negar de fato uma intervenção divina numa causalidade?

isso foi a minha crítica lógica dos fatos. agora, quanto as percepções e subjetividades espirituais, essas eu deixo para cada um viver conforme crê.

beijos

Eduardo Medeiros disse...

ah, por pura causalidade rsss, postei lá no botequim um texto sobre o dilema de jó.

se você gosta de textos teológicos, me segue no blog caminhosdateologia.blogspot.com

bay

Marcos Gomes da Silva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcos Gomes da Silva disse...

Muito bom saber que deus se preocupou com uma agenda ao invés de cuidar de crianças inocentes violentadas ou mortas todos os dias em várias partes do mundo. Deverá ser por não saberem orar?
E se não fizer tudo corretamente ele tem um lugar reservado especialmente para você, repleto de dor, angústia e sofrimento por toda uma eternidade. Mas ele vos ama.
O mundo ainda caminhará de acordo com a razão, pois está passando atualmente por um cataclisma cultural. ''Conheceres a verdade e a verdade vos libertará''. Seria um texto subjetivo da própria bíblia sobre tudo que digerimos até hoje?
Nada pessoal, Guiomar.

Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz disse...

Marcos!

Deus se preocupa até com os simples passarinhos, então por que não se preocupará com as nossas grandes e pequenas inquietações?! No meu blogue falei acerca disto no texto publicado ontem à noite, inclusive citando o que havia compartilhado acima:

"O cuidado de Deus nas nossas pequenas coisas"
http://doutorrodrigoluz.blogspot.com/2011/02/o-cuidado-de-deus-nas-nossas-pequenas.html

Ele nos ama, saiba disso! E ama também as pobres crianças indefesas.

Sobre sermos atendidos em nossas orações, sei que tudo depende da vontade Dele e foi assim que Jesus nos ensinou a orar: "...que seja feita a tua vontade..."

Não acho que existam métodos para se alcançar bençãos, pois estão nos são concedidas pela graça divina e estão em acordo com sua vontade.

O mal do ser humano é querer limitar Deus e para tanto fazer uso de seus valores morais, como na verdade o Eterno não está preso à moral.

Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz disse...

"não acredito que deus cuide dos seus filhos, pois muitos desses filhos são vítimas de acidentes, de morte violentas e de doenças incuráveis. não posso conceber deus cuidando de uns e deixando outros sofrendo. se eu tiver dois filhos e os dois tivessem sofrendo e eu pudesse aliviar as dores dos dois eu não escolheria um e deixaria o outro sofrer. quem dirá deus...a não ser, é claro, que nossas concepções sobre deus estejam em algum ponto, profundamente equivocadas."


Prezado Eduardo,

Eu penso que Deus tem um propósito para cada vida. Cada um tem sua medida de sofrimento e de bençãos, mas o Eterno está no controle.

Creio que Ele quer salvar a todos, mas nos deu o livre arbítrio para escolher nosso próprio caminho. Inclusive nos rebelarmos contra Ele.

Vejo as intervenções de Deus de várias maneiras. Uma é na projeção de todas as coisas quando o mundo foi criado. Outra é nas intervenções feitas no desenrolar da História. Porém, as coisas não acontecem como nós queremos, pois Ele é soberano e tem propósito.

Por que uns sofrem e outros não?

Sinceramente, não sei dizer e nem Jó obteve de Deus esta resposta para o seu drama. No final de tudo, ele apenas reconheceu a grandeza do Criador e O adorou.

Diante de tudo isto, só posso dizer que Deus é bom e que sou grato a Ele por sua misericórdia. Sei que Ele não atende a tudo que peço, mas aceito sua soberana vontade e reconheço que Ele tem o melhor para a minha vida. Bentito seja Ele!

Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz disse...

Em tempo! Conforme atesta o Philip Yancey em seu livro "Decepcionado com Deus", o tema central do livro de Jó parece ser mais a fé do que o sofrimento. Jó creu em Deus o tempo todo e a sua atitude em querer uma audiência com o Eterno demonstrava fé.

Guiomar Barba disse...

Oi Marcos, o que para você é apenas uma agenda, para Deus é um ser humano, tão importante quanto as crianças inocentes que são negligenciadas por muitos que só sabem criticar Deus e não estão fazendo absolutamente nada pelo próximo, porque por a mão na massa implica amor e muito amor. Se todo mundo atentasse para o IDE de Jesus, o mundo seria outro. Ele deixou claro que deveríamos continuar sua obra.

Me aponta uma única pessoa que faz tudo ou pelo menos metade corretamente... As misericórdias do Senhor se renovam sobre nós dia a dia e elas são a causa de não sermos destruídos. Deus não vai mandar ninguém para um lugar de tormento, cada um escolhe aonde prefere passar a eternidade. O céu é dEle e Ele tem todo direito de ditar e editar regras para os que querem viver com Ele, como você tem na sua casa.

Cataclisma querido? Você ainda não viu nada! Quanto mais o homem pensa que descobriu a verdade que liberta, mas o mundo se afunda. A torre de babel nunca chegará ao topo, o próprio orgulho do homem tem confundido as línguas.

Abraço. Volte sempre.

Guiomar Barba disse...

Rodrigo, eu tive também uma experiência com agenda, perdi em um coletivo em Salvador, nela tinha todos os meus contatos em Bh para onde eu iria em seguida, e eu não tinha como recuperá-los, sequer conhecia BH. Alguém achou minha agenda entre o banco e a lateral do ônibus, buscou um endereço e me mandou de volta. Fiquei muito grata a Deus por seu cuidado e o amor daquela pessoa que se dispôs a me abençoar embora não me conhecia.
Abraço.

Guiomar Barba disse...

Edu,Jesus chegou ao tanque de Betesda havia ali um homem paralítico e também uma multidão de coxos, cegos e enfermos, Jesus curou apenas aquele homem que sequer sabia quem era Ele e em seguida sumiu.

A viúva de Naim estava levando o filho para o cemitério com uma multidão em pranto. Jesus parou o enterro e mandou o rapaz levantar.
Ninguém convidou Ele...

Muitos outros milagres Ele realizou sem intervenção de alguma atitude humana.

Eu acredito Edu, que Deus ama a todos de igual modo, mas Ele tem razões que nosso senso de justiça, nossa lógica humana não poderá jamais captar, entender, até mesmo aceitar.
Quanto a ciência haver provado, ela não tinha outra saída, contra fatos não existem argumentos.

Tão pouco eu diria que é intervenção divina em uma casualidade um aleijado andar, como eu já ví; meu irmão orar pela filha que nasceu com o pé qui nem pé de pato e na mesma hora o pé ficar com a curvinha normal; o câncer de mama da minha vó desaparecer num abrir e fechar de olhos, uma amiga por as amídolas para fora em um espirro, meu filho ficar livre de uma sinosite, como você rsrs logo após uma oração. Eu não iria parar mais se fosse contar tudo que sei.

Não entendemos as atitudes de Deus, mas não podemos negar o que está diante de nós.

Abraço.

Anônimo disse...

Os fatos e circunstânicas são variados mas trazem de vota o enigmaÇ Seu Deus é bom e nos ama, por que acontecem coisas ruins.
Não posso entrar em detalhes aqui, mas quem quer ler o livro, Paz Interior em Tempos de Crise, procure no site editorabetania.com.br

Que Deus os abençoe.
George Foster
grobertfoster@hotmail.com

Guiomar Barba disse...

George Foster disse: "Os fatos e circunstânicas são variados mas trazem de vota o enigmaÇ Seu Deus é bom e nos ama, por que acontecem coisas ruins."

Sei que ele responderia a sua própria a sua própria fala com verdades bíblicas, porque ele ama a Deus e acredita no amor do Pai.

Eu só faria algumas perguntas? Quem tem feito as coisas ruins acontecerem?
Quem é responsável pela destruição do planeta?
Aquem Deus entregou o mundo para que cuidasse dele?
Quais são os males que nos trazem bens?

Abraços.

Qu

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Olá!

Penso que os questionamentos que muitas pessoas fazem acerca da justiça divina, remetem-nos de certo modo à conversa que Abraão teve com Deus quando soube do anúncio da destruição de Sodoma, onde vivia seu sobrinho Ló (Gênesis 18.17-33). Ali, naquela passagem, o patriarca pergunta se Deus destruiria a cidade caso encontrasse nela cinquenta justos. Deus lhe responde que não. Abraão replica e pergunta acerca da atitude de Deus se fossem achados 45 justos em Sodoma. Deus novamente lhe responde dizendo que pouparia a cidade. E assim sucessivamente foi até que Abraão perguntou pela última vez se Deus iria poupar a cidade por amor a 10 justos e obteve a mesma confirmação.

Penso que, se Deus encontrasse em Sodoma até mesmo um só justo, teria poupado a cidade, conforme disse que teria feito a Jerusalém (Jr 5.1 e Ez 22.30). Assim, tanto Sodoma quanto a Jerusalém pré-exílica sofreram o julgamento coletivo de Deus, embora, por amor a Abraão, o Eterno tivesse poupado a vida de Ló e sua família.

Assim, penso que adotamos um raciocínio errado quando queremos questionar Deus pelo sofrimento de muitas pessoas neste mundo e, com isto, acabamos nos esquecendo da nossa responsabilidade coletiva.

Se há fome nesta terra, é porque criamos um sistema econômico injusto que busca em primeiro lugar a rentabilidade e a concentração de riquezas ao invés de produzir para distribuir satisfazendo necessidades.

Se há tragédias ecológicas, é porque estamos destruindo este lindo planetinha azul com nossas emissões de CO2, poluição dos mares e desmatamentos.

Coletivamente falando, somos omissos, comodistas e aproveitadores do mal. Permitimos que a injustiça prospere, que o ímpio chegue ao poder com o nosso voto e às vezes pouco nos importamos se é o nosso vizinho quem está sendo vitimado.

O que estamos fazendo para combater a pobreza e os problemas ambientais? Como as igrejas estão se mobilizando diante de todas essas situações? Será que não chegou o momento para pedirmos perdão pelos pecados da nação e da humanidade?

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Em tempo!

Trago aqui uma boa e má notícia (creio que a Guiomar já conheça).

A notícia ruim é que não há nenhum justo sequer vivendo nesta terra. Mas a boa notícia é que Jesus Cristo, o Justo, sofreu por toda a humanidade de modo que, por meio dele, todos poderemos espacar do julgamento que vem sobre toda a terra.

Unindo as teologias judaicas e cristãs sobre Isaías 53, eu diria que a figura do "servo sofredor" representa ao mesmo tempo Israel e o Messias. Ali, pelo sofrimento único do servo, todo o povo é salvo!

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