quarta-feira, 13 de julho de 2011

REFÉNS DE CRÍTICAS INSENSATAS




Quando apesar do excesso de gordura que pendura uma barriga, das celulites volumosas que transparecem nas calças legging, das estrias nos seios e das pernas finas, alguém quer por tudo pôr-se à mostra, apenas pela simples ideia de acompanhar a moda, ou ainda se uma idosa opta pela saia curta e outros modelinhos apropriados para as mais jovens, com certeza enfrentará olhares críticos, zombaria. Enfrentarão o desdém daquelas que elegem, ao seu parecer, com bom gosto e senso, seus estilos de roupas, e que ainda exibem um corpo malhado e dentro dos atuais padrões sociais e midiáticos. Por outro lado, terão o silêncio daqueles que respeitam o direito e o gosto pessoal de cada um, aceitando que todos nós devemos ser livres nas nossas escolhas.


Sabemos que em todos os segmentos sociais, sempre encontraremos pessoas inseguras, comprometidas com a opinião pública, cheias de complexos de inferioridade, de inconformismos, pessoas insatisfeitas, ansiosas e tímidas.
Adoecemos mutuamente em uma cega estupidez, começando nos nossos próprios lares, onde o amor e respeito deveriam vicejar. No lugar onde deveriam se formar mentes sadias e almas livres, em nosso detrimento, iniciam-se críticas às imperfeições físicas, embora peculiares a todos os mortais. Estas vêm deformar a alma, a provocar fobias, timidez e tantas outras enfermidades que são fomentadas na escola, entre amigos, vizinhos, e até mesmo onde deveria ser o maior centro de cura, como nos foi proposto por Jesus, a igreja de Cristo.
O senso de respeito, o amor pelo próximo, não dependem de intelectualidade ou formação acadêmica, mas sim de uma educação aprimorada pelos valores espirituais bíblicos e/ou morais.

Certo dia, fiquei chocada em um culto, quando um determinado ministro, formador de líderes, de púlpito procurou um moço e falou em tom de zombaria: “ele é tão pequenininho que não o acho.” Em outra feita este mesmo cidadão, após apresentar uma missionária em uma igreja, completou: “pena que ela é tão magrinha”, deixando-a corada de vergonha. Tantas e tantas vezes ouvi comentários perniciosos envergonhando publicamente até mesmo crianças.

Se cada um de nós se policiasse e se propusesse a combater nos nossos próprios lares, entre amigos, e principalmente na igreja, este tipo de comportamento que além de agredir a alma das pessoas é absolutamente anticristão, certamente não mudaríamos o mundo, mas cumpriríamos o nosso dever para com o próximo e vivenciaríamos um grande mandamento da lei de Cristo.

“O que quereis que os homens vos façam, fazei vós também.”



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3 comentários:

Edilson Júnior disse...

Parabéns pelo blog!!! Já estou seguindo...

Forte Abraço e fiquem com Deus!

Meu blog: http://mensageiroweb.com/

disse...

Concordo contigo mana, como tem pessoas que matam a estima do próximo com a própria língua e o pior são os que habitam entre nós que não se policiam, parece até que não nasceram de novo. É lamentável!

Carluca disse...

Os q/ praticam o bullying, tentam esconder seus defeitos apontando os dos outros; os q/ são da igreja e assim agem, esquecem de tirar o argueiro do próprio olho e apontam o cisco no olho do irmão.
Que o Senhor nos dê vigilância para que controlemos a língua e não ajamos assim...

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