quinta-feira, 10 de novembro de 2011




ALEGRAI-VOS SEMPRE NO SENHOR; OUTRA VEZ DIGO: ALEGRAI-VOS.”
Filipenses 4.4

Felicidade para Freud e Lewis

Ambos (Freud e Lewis) sofriam de depressão clínica. Antes de se tornar cristão, em seu diário e cartas, Lewis parece irritável, pessimista, obscuro e sem esperança.
Diz que seu ateísmo baseava-se na sua “visão muito pessimista da existência”. Depois da sua conversão, passou a dizer que a alegria se tornara a história central de sua vida. Seus amigos passaram a considerá-lo uma pessoa animada e sociável. Ele havia sido surpreendido pela alegria no relacionamento recém-estabelecido com o Criador. Lewis afirma que Deus não nos pode dar “felicidade alguma além de Si mesmo, pois ela não existe fora dEle”. A nova fé ajudou-o a superar a de pressão.

A pesquisa médica recente lançou bastante luz sobre os aspectos positivos da fé no tratamento da depressão.

Freud por sua vez, quando jovem, usou cocaína durante algum tempo como forma de melhorar o ânimo. Ele relacionava a felicidade ao prazer, e para ela a maior fonte de prazer era a satisfação instintiva, o prazer sexual. E como isso só ocorre de vez em quando, ele conclui que está descartada qualquer chance de felicidade.

Lewis divide a felicidade em várias categorias, mas diz que todas elas vêm da mesma fonte. Ele mostrava-se capaz de apreciar os pequenos prazeres da vida, como assistir o pôr-do-sol, ouvir uma boa música ou tomar um banho quente. E dizia que metade de toda a felicidade vem das amizades. Já Freud parecia ter uma capacidade limitada de apreciar pequenos prazeres. E suas cartas não expressam muita felicidade. Certamente ele experimentou alegria em estar com os filhos e a família, mas a grande maioria dos seus escritos indica que ele não considerava a vida uma experiência particularmente feliz.

Davi Neff  - Revista Ultimato.

A tradução mais literal para o título da famosa composição de Bach “Jesus a alegria dos homens” (Jesus, joy of man’s desiring) seria “Jesus, a alegria que os homens desejam”. Dois trechos para coral indicam a força com que o compositor considerava Jesus como a resposta aos anseios de felicidade do homem:

Bem-aventurado sou, porque tenho Jesus.
Oh, quão firmemente eu o seguro,
Para que traga refrigério ao meu coração,
Quando estou triste e abatido.
Eu tenho Jesus, que me ama e se confia a mim.
Ah! Por isso não o deixarei,

Mesmo que o meu coração de quebre.
Jesus continua sendo minha alegria,
O conforto e a seiva do meu coração
Jesus refreia a minha tristeza,
Ele é aforça da minha vida
É o deleite e sol dos meus olhos,
O tesouro e a grande felicidade da minha alma,
Por isso, eu não deixarei ir Jesus Do meu coração e da minha presença.

Ultimato.

UM DEVER CRISTÃO

“Há grande bem em suportar pacientemente o sofrimento: não sei da existência de nenhuma virtude na tristeza em si... É um dever cristão todos serem tão felizes quando puderem.”

C.S.Lewis.




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9 comentários:

Guiomar Barba disse...

Tenho todas as razões do mundo para acreditar que a alegria real, independente das circunstâncias, encontramos em Jesus que foi ungido com o óleo da alegria.

Como diz Lewis, é um dever do cristão ser feliz quando puder.
Eu vivo este poder. Portanto, creio.

Beijos a todos os meus leitores.

disse...

Eu adorei o artigo da Ultimato. Que diferença de Lewis e Freud hein?? O evangelho transforma, nos dá prazer em viver!
Paz mana! bjs!

Eúde Amor disse...

A alegria do Senhor é nossa força! E sigamos, fortalecidos pelo Deus da alegria.

Guiomar Barba disse...

Rô e Eúde esta linguagem é estranha para quem não conhece o Deus da alegria.

Beijos.

Donizete disse...

Guiomar,

"O destino dos seres humanos é feito de momentos felizes e não de épocas felizes". Nietzsche.

Eu penso que, nossa vida em relação ao estado de espírito é cíclica. Essa é a ordem natural e imutável da vida e do universo. há momentos de alegria e outros de tristeza, alguns de paz e outros de sofrimento. Assim acontece com crentes e descrentes, fiéis e infiéis, ricos e pobres.

Durante algum tempo, acreditei que o crente fiel a Deus, por estar no ambiente da igreja, tivesse uma espécie de blindagem, que o tornasse imune contra qualquer mal.

Aí surgem as contingências e aprendemos de forma amarga que a realidade é absolutamente outra!

Aproveitando mais uma palhinha do Nietzsche:
"Quem tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como".

Abraços.

Guiomar Barba disse...

Doni, eu não sei se é correto, mas faço uma diferença entre gozo e alegria. É muito natural para mim, está vivendo um momento de muita dor, angústia e sentir no íntimo um gozo que as vezes me faz dançar mesmo na dor. Alegria no entanto, para mim é quando meu coração está livre de dores, de emoções desagradáveis.Eu diria que o gozo me é constante pela paz que gozo com Deus.

Beijo.

Eduardo Medeiros disse...

li o livro do lewis, "surpreendido pela alegria" onde ele conta sua adesão ao cristianismo e o abandono do ateísmo. apesar que eu acho que o lewis era um ateu não muito convicto.

para mim ser uma pessoa feliz tem muito a ver com o temperamento e a personalidade. eu sou um cara feliz por natureza, independentemente da minha fé. se hoje eu me converter ao islã, continuarei sendo feliz apesar de adquirir uma nova visão da realidade.

é interessante que jesus não prometeu aos seus discípulos felicidade mas aflições, já que a sua mensagem subversiva não poderia ser bem aceita pelos poderes eclesiásticos do judaísmo do primeiro século.

concordo que a fé religiosa cristã possa ser uma fonte de alegria mas ao mesmo tempo, pode ser uma fonte de neuroses, fardos e tristezas dependendo da compreensão que cada um tiver do PAI.

p.s - e aí, estou lançando a ideia de criarmos um blogue coletivo de teologia e espiritualidade com a galera que interage mais regularmente conosco, como o doni, a mari, o kilim, o levi...o que acha da ideia?

Guiomar Barba disse...

Edu, se a compreensão do Pai não é real, é natural as frustrações, neuroses e tudo o mais... Eu acredito que quem conhece a Deus, tem gozo permanente independente das circunstância, para mim, gozo, é diferente de alegria ou viver o momento feliz...

Acho uma excelente ideia um blog coletivo. O Rodrigão não pode faltar e creio que o Lima seria legal também.
Beijo.

Eduardo Medeiros disse...

bom, como eu não conheço a Deus...rs mas mesmo assim sou muito feliz. mas ficar triste faz parte da natureza humana.

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