quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

SOU

Não me chamem de poeta
Nem mesmo de inspiração
Resulto apenas de devaneios
De multidões de interrogações.

Sou passos que vagam
Perdidos entre a multidão
Sou olhos que perscrutam
A potência da escuridão

Sou pedras no meu próprio caminho
Sou brisa, sou relva, sou sol
Posso voar com os pássaros
Posso cantar com os rouxinóis.

Deleito-me com as fases da lua
Gosto de ouvir o ribombar dos trovões
Dos relâmpagos ao arco-íris
Sinto diferentes sensações

Sou força, sou fragilidade tamanha
Desfaço-me em muitas lágrimas
Reconstituo-me em gargalhadas
Sou eu, sou ela, sou nós.












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6 comentários:

Mariani Lima disse...

Que isso!!! Vai com calma Guiomar. rs...Q lindo, amiga!

"Sou força, sou fragilidade tamanha
Desfaço-me em muitas lágrimas
Reconstituo-me em gargalhadas
Sou eu, sou ela, sou nós."

Essa sou eu tb!

Beijins...

Guiomar Barba disse...

kkkkkkkkkkk Por que calma?

Beijos.

Mariani Lima disse...

Isso é brincadeira... você pegou pesado na beleza da sua poesia, isso que eu quis dizer rs...

Guiomar Barba disse...

Não consigo acessar meu blog para administrar. buaaaaaaa

disse...

Esta é a Guiomar. É assim que te vejo sabe? Só te conheço virtualmente, mas dá pra sentir como tu és. Você se descreveu muito bem em sua poesia. Paz mana!

Donizete disse...

Linda poesia Gui.

Faço minhas as palavras da Rô. Assim também te vejo. Principalmente vendo sua imagem na ilustração acima.

Bom domingo Pastora.

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