quarta-feira, 18 de abril de 2012

TARADOS PODERÃO SE TRAVESTIR DE GAY

Cartunista vai à Justiça para ter direito de usar banheiro feminino. NATÁLIA CANCIAN
 (Não importa a idade desta matéria, o problema continua sendo uma ameaça a todas as mulheres em todas as idades).




COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Em uma noite de terça, uma senhora entra no banheiro feminino da Real Pizzaria e Lanchonete, na zona oeste de São Paulo. Ela veste uma minissaia jeans, uma blusa feminina listrada, meia-calça e sandália.

Momentos depois, é proibida de voltar ao banheiro pelo dono do estabelecimento. Motivo: uma cliente, com a filha de dez anos, reconheceu na senhora o cartunista da Folha Laerte Coutinho, 60, que se veste de mulher há três anos.

Ela reclamou com Renato Cunha, 19, sócio da pizzaria. Cunha reclamou com Laerte. Laerte reclamou no Twitter. E assim começou a polêmica. O caso chegou ontem à Secretaria da Justiça do Estado.

A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, ligou para Laerte e avisou: ele pode reivindicar seus direitos. Segundo ela, a casa feriu a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.

Proibido de entrar no banheiro feminino, mesmo tendo incorporado as roupas de mulher ao dia a dia, Laerte diz que pretende acionar a lei.

Ele conta que, avisado pelo dono, tentou argumentar com a cliente. "Até brinquei e passei para a minha personagem Muriel e disse: mas sou operado! E ela: mas não é o que você diz por aí."
Letícia Moreira/Folhapress


Laerte, que se define como alguém "com dupla cidadania", diz que passou a usar o banheiro feminino após aderir ao crossdressing (vestir-se como o sexo oposto) e se "consolidar" como travesti, mas não tem preferência por um banheiro específico.

"É uma questão de contexto, de como estou no dia. Não quero nem ter uma regra nem abrir mão do meu direito", disse o cartunista.

Cunha, o sócio da pizzaria, diz que não sabia da "dupla cidadania" do cartunista nem que o caso iria gerar polêmica.

"Eu nem sabia o que era crossdressing. Houve a confusão, e no final eu cometi esse erro de falar: se o senhor puder usar o banheiro masculino, por favor." Ele diz que se arrependeu do pedido.



                            OUTRA VERSÃO:


A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.

O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.

Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.

Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.

O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.


Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.

Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.

“Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela".

A PERGUNTA QUE NÃO PODE, NEM DEVE CALAR É: Se realmente, nós mulheres formos obrigadas a dividir nossos banheiros públicos com gays o que para muitas de nós será uma situação terrivelmente constrangedora, o que será de nós mulheres: adultas, adolescentes e jovens, quando com certeza, tarados, se travestirem de gay para ter acesso aos nossos banheiros e uma indefesa mulher for a última das usuárias daquele local, quando um destes devassos entrar?

NÃO PODEMOS ESPERAR QUE OCORRA, DIGAMOS NÃO AO USO INDEVIDO DE GAYS.







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4 comentários:

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Polêmico e eu também não me calo.

O fato é que gays e travestis são homens. Até que façam uma cirurgia de transgenitaização e mudem o nome e o sexo na certidão de nascimento e cédula de identidade, continuarão sendo homens. E, fazendo a tal da cirurgia que agora o SUS também é obrigado a oferecer, há quem entenda que essas pessoas, ainda assim, não deixariam de ser homens já que os cromossomas xy seriam imutáveis.

Ora, mesmo que tarados não venham a travestir para cometer estupros, penso não ser muto agradável para uma mulher encontrar um homem no banheiro de uso coletivo.

Enfim, estamos aí diante de uma situação bem complicada porque o travesti sofre dificuldades para usar um banheiro masculino por causa do preconceito contra eles. Então, talvez os estabelecimentos terão que disponibilizar três banheiros: um para homens, outro para mulheres e um terceiro só para travestis.

Mariani Lima disse...

Guio, eu li e vi umas entrevistas com ele e achei tão polêmico! Meu Deus, não me considero preconceituosa, mas uma coisa tão simples se tornou um tabu para mim! Não saberia como agir e não sei o que dizer a esse respeito.
Todos querem a janela, ninguém quer ceder.

Guiomar Barba disse...

Rodrigão, gosto da sua cabeça aberta. Você não se fecha para defender o homo e fim de papo. Sempre admiro em você esta sensibilidade com relação ao sexo feminino.
Além dos cromossomas, eles jamais terão ovário, útero, peitos naturais. Até mesmo por mais que se esforcem para imitar a mulher, serão sempre afetados nas suas imitações.

Não quero nem pensar em encontrar um travesti em um banheiro público. Não sei se terei domínio próprio ou serei julgada como homofóbica. rsrs

Guiomar Barba disse...

Não Mari, não é simples não. É uma aberração, digo com todas as letras. Amá-los é uma coisa mas tentar fazer do amargo doce e do doce amargo, é outra história.

Eu creio que a nossa janela é nossa por direito de identidade. Eles podem abrir a sua própria e nós não teremos o direito de invadi-la.

Beijo.

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