sexta-feira, 15 de junho de 2012




AMOR OU FALÁCIA?

“Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, foram à sinagoga. E ali Ele ensinava. Estavam espantados com o seu ensinamento, pois Ele os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.” (Marcos 1.21).

“Os escribas e fariseus estão sentados na cátedra de Moisés. Portanto, fazei e observai tudo quanto vos disserem. Mas não imiteis suas ações, pois dizem, mas não fazem. Amarram fardos pesados e os põem sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos nem com um dedo se dispõem a movê-los...” disse Jesus (Mateus 23.4).

São muitos os que hoje têm abandonado suas igrejas, por não suportarem o cheiro das águas pelas quais elas têm navegado. Mas, entendemos que apesar de Jesus estar sempre em contato com os mestres das sinagogas, ouvindo-os e conhecendo o proceder deles, não foi fator determinante para que o Mestre abandonasse as  sinagogas ao sabor de ensinamentos dos fariseus e escribas. Tolerante, Ele “suportava” a presença dos escribas e fariseus hipócritas, dos mestres inadequados, sentado entre eles numa postura educada. E talvez por esta mesma disposição Ele fosse convidado a ministrar nas sinagogas. Quanto ao povo, estes reconhecia que Ele ensinava com autoridade.

Nas suas ministrações Jesus não se esquivava de falar com verdade, Ele não tratava de agradar aos ouvintes e muito menos a castas privilegiadas. Ele não incorreu no mesmo desacerto de muitos teólogos e pregadores de hoje, que como diz um artigo da Ultimato: “Por não suportarem a pressão, estão atendendo ao clamor das multidões. Quando não se omitem, pregam “outro evangelho”. Tornam-se assim, corresponsáveis pela brecha cada vez maior que provocará a queda do muro de proteção da felicidade.” (Parafraseado por mim).

Se Jesus houvesse abandonado as sinagogas, não teria visto o tamanho do fardo que os fariseus e escribas estavam pondo sobre os ombros dos homens, por consequência não haveria apresentado seu fardo leve e o seu jugo suave. Não teria ouvido o clamor dos aflitos. A mulher recurvada há dezoito anos sob o peso de uma enfermidade espiritual permaneceria olhando apenas o chão, em nome da pressão teológica dos fariseus e herodianos. O homem da mão atrofiada, não teria recebido a sua cura. Não teria sido expelido o espírito impuro de um homem que vivia atormentado. E foi também no templo que Ele pronunciou um duro discurso: “Guardai-vos dos escribas que gostam de circular de toga, de ser saudado nas praças públicas, e de ocupar os primeiros lugares nas sinagogas e os lugares de honra nos banquetes; mas devoram a casa das viúvas e simulam fazer longas preces. Esses receberão condenação mais severa”.

Foi na sinagoga que Ele, oportunamente, chamou apenas os seus discípulos e ensinou sobre o ofertório, tomando como exemplo a doação da viúva pobre que deu tudo quanto tinha, enquanto os outros davam do que lhes sobrava.

Jesus convocou os doze discípulos e ensinou-lhes através da sua própria vida, a não amoldarem-se às influências do seu século, mas fazerem diferença, sendo sal e luz em um mundo insalubre e trevoso.

Infelizmente, no contexto atual, a igreja tem sofrido demolições, principalmente por parte daqueles que deveriam apascentá-la em pastos verdes e águas tranquilas, à exemplo do Sumo Pastor – Jesus.

Mesmo considerando toda a panaceia criada por falsos mestres, que confunde ovelhas, desgarra outras e mata inúmeras, acreditamos que O grande Mestre não abandonou as igrejas, embora a sua presença não impeça que estes destilem seus dogmas. À semelhança do barco, Jesus está presente.

“A presença do Senhor ali naquele barco não impediu que o céu se escurecesse tornando a noite mais trevosa; nem que o vento viesse rugindo transformar a quietude das águas em ondas furiosas e bramantes, arremessando-se sobre o barco, ameaçando naufragá-lo. Parece que forças infernais se abatiam ali para surpreender o Messias num momento de sono repousante. Vê-Lo afogar-se nas águas que Ele próprio criara, poderia ser uma alta vitória infernal.” (Pr. e teólogo Renê Pereira Feitosa).

Também sou daquelas que creem que a Igreja (invisível) antecede e transcende a História. Se isto é fundamentalismo, não abdicarei dele. Mas jamais quero esquecer que a Pedra Fundamental viveu o amor em toda a sua plenitude. O que não for fruto do amor é apenas falácia.

Por Guiomar Barba.  30.05.2012.

Este mesmo texto foi postado na Confraria Teológica Logos e Mytos. Traremos alguns comentário sobre este texto para nossa caixa de comentários "Vivendo em Cristo."
Meu querido leitor, agradeço a suas presença contante, mesmo que silenciosa.














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10 comentários:

Guiomar Barba disse...

Anja_Arcanja12 de junho de 2012 12:49
Gui,

muitos abandonam a igreja (barco) não pelas águas que as mesmas navegam, mas pelo próprio barco estar cheio de comida e bebida (dogmatização do verbo) estragadas e mal cheirosas. Muitos não tem como suportar e preferem cair no mar, onde a verdadeira SEGURANÇA.

Responder

Guiomar Barba12 de junho de 2012 13:03
Bom Anjinha, ao meu ver, seja qual for o barco, sempre que houver gente nele, haverá comida e bebida com o fermento dos fariseus. Portanto, estragadas e mal cheirosas. O importante é que haverá também, o grupo que levará comidas frescas e de sabor agradável.

Guiomar Barba disse...

Levi Bronzeado12 de junho de 2012 18:53
"Amor" e ódio estão próximos aqui nos primeiros comentários à postagem da Guiomar (rsrs)

Na ambivalência humana coexistem os sentimentos de amor e ódio. Como fugir do antagonismo entre amor e ódio, uma vez que o ódio é desejar se desligar do objeto, ao passo que o "amor" é querer manter essa ligação?

Guiomar Barba13 de junho de 2012 17:17
Levi "Na ambivalência humana coexistem os sentimentos de amor e ódio. Como fugir do antagonismo entre amor e ódio, uma vez que o ódio é desejar se desligar do objeto, ao passo que o "amor" é querer manter essa ligação?"

É natural que todos nós tenhamos que lidar com os sentimentos antagônicos de amor e ódio. No entanto, temos que escolher qual deles vamos alimentar em detrimento do outro.

"Se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem assim também os publicanos?"

"Não se ponha o sol sobre a vossa ira."

O fato de nos afastarmos de uma instituição porque ela não atende as nossas demandas, não nos dá o direito de odiarmos ela, principalmente se formos honestos conosco mesmo, reconhecendo que caímos nos mesmos desmandos... Somos tão humanos como os membros destas instituições.

Guiomar Barba disse...

Mariani Lima12 de junho de 2012 21:14
A igreja pensa que é o que não é. Basta ficarmos um mês nos bastidores para entendermos a sua humanidade. Quem quer ver a igreja como santa,não pode fazer parte d nenhuma atividade por detrás das cortinas do púlpito. O choque de realidade pode ser bom ou ruim, vai depender da expectativa, de quem somos,o que buscamos, o que suportamos e que tipo de humanos encontraremos por lá rsrs... Mas isso não quer dizer que Deus não esteja atuando nesse ambiente.Os discípulos eram humanos, Davi foi humano e receberam a ação de Deus,mas para mim o que não dá mesmo é as pessoas acharem que a igreja é a chave do céu e quem não cabe nela merece viver a ETERNIDADE QUEIMANDO NO MÁRMORE rsrs.Isso para mim é o mais complicado de tudo.

Donizete12 de junho de 2012 21:38
Mari,

Certo Pastor confidenciou o seguinte:

"Sabem, a cada dia que se passa mais me convenço de quão bíblica é a minha comunidade local. Observando as pessoas que se reúnem domingo após domingo e conhecendo suas histórias de segunda a sábado, identifico inúmeros pontos em comum com as igrejas locais descritas no novo testamento. Em minha comunidade, temos alguns imorais, vários idólatras, um punhado de adúlteros e até mesmo homossexuais. Caluniadores e trapaceiros então... já perdi a conta"

Esta é a igreja bíblica! A teologia clássica não deixa dúvidas quanto ao estado de imperfeição, corrupção, falibilidade e miséria em que a igreja se encontra no presente. Eu não tenho nenhuma ilusão quanto a isso. Contudo considero importante a comunhão com os irmãos e a presença nos cultos regulares.

Abraços.

Guiomar Barba disse...

Eduardo Medeiros12 de junho de 2012 21:45
Não lembro agora qual teólogo que disse que Jesus veio trazer o Reino de Deus à terra mas o que acabou vindo foi a igreja...

Eu concordo.

Não existe (salvo melhor juízo histórico) uma ligação direta entre a sinagoga judaica com a igreja cristã. A sinagoga era uma instituição que ia muito além de ser um lugar de culto. O culto judaico se dava somente no Templo. E muito menos há uma ligação direta entre o Templo judaico e os templos cristãos.

Parece que a instituição da sinagoga se deu por ocasião do exílio babilônico. Tendo sido o Templo judaico destruído, permanecia porém, a possibilidade da oração e da meditação - foi essa a mensagem dos profetas Jeremias e Ezequiel que estavam lá, vivendo o exílio e a derrota de ver o centro de adoração, a "Casa do SEnhor" destruída pelos babilônicos. Os fiéis então, começam a se reunir como podem para que a fé não morresse, apesar de tudo. (Sal 137.1)

Quando eles voltam do exílio, a primeira coisa que fazem é reconstruir o centro do culto - o Templo, mas as sinagogas se estabelecem onde houvesse uma comunidade judaica, inclusive na Diáspora. Qualquer homem poderia ler a Torá e fazer um comentário mas na prática, essa função ficava mesmo com os Escribas e Fariseus. A sinagoga também funcionava como escola.

O problema de Jesus não era com a sinagoga e nem com o Templo, e sim com os Fariseus e Escribas que acabaram por ganhar importância e respeito do povo mas como eram extremamentes legalistas, impunham pesados fardos rituais sobre o povo. Era basicamente contra esse fardo pensado que Jesus se contrapunha.

Responder

Eduardo Medeiros12 de junho de 2012 21:52
Não existe nenhuma pista nos evangelhos de que Jesus pretendia fundar uma religião cristã e muito menos organizar uma igreja cristã conforme se estabeleceu principalmente na Idade Média e como as temos hoje.

Na verdade, as grandes catedrais cristãs quiseram tomar o lugar do Templo de Jerusalém(novamente destruído em 70 dC e até hoje não reconstruído) como novo lugar de morada de Deus e de culto.

Isso é para mim um grande erro. A igreja cristã não é a "casa de Deus" (como era o Templo judaico); a igreja cristã é resultado do que veio depois de Jesus, por aqueles que tomaram para si serem guardiões da mensagem e da história de Jesus.

Resultado: Jesus ficou preso à religião cristã. Daí veio a centralidade soteriológica: fora da igreja não há salvação. A igreja como território sagrado e de dominação do rebanho.

Agora, o outro lado da história...

Guiomar Barba disse...

Eduardo Medeiros12 de junho de 2012 22:02
Lá no exílio, os judeus perceberam que somente estando juntos, compartilhando a fé e meditando sobre os acontecimentos trágicos da destruição da Cidade de Davi, a fé poderia ser alimentada.

Trazendo para nossos dias essa questão, poderíamos dizer que cristãos se reúnem para trocar experiências, orar, meditar, compartilhar a fé.

Mas para isso não é preciso um mega-templo que consome milhões em manutenção e nem mesmo um templo pequeno e humilde. Ou seja, uma atitude sadia e necessária - estar junto com irmãos de fé - koinonia acabou por ser engolida pela burocratização da fé que as igrejas promoveram.

Eu, particularmente, não aquento mais essa burocratização. As infindáveis campanhas para isso, para aquilo; a obrigatoriedade não explícita de você ter que frequentar os cultos, a EBD, trabalhar em algum departamento, para que você seja visto como um "crente trabalhador na vinha do Senhor".

Hoje mesmo me encontrei com um rapaz lá da batista(na qual eu não vou há uns 2 meses) e ele me perguntou "o que estava acontecendo"...se eu tinha brigado com alguém, se alguém tinha me feito alguma coisa...rsss

Por que os crentes não conseguem admitir que você pode ficar uns meses sem ir ao culto pela simples vontade de ficar mais tempo em casa sem que isso se torne um "pecado".

Como diz o Levi, isto aqui é uma igreja e nossos debates não deixam de ser um culto...rsss (tem até o momento nostalgia...rsssss).

Guiomar Barba disse...

Eduardo Medeiros12 de junho de 2012 22:08
Concluindo,

é importante estar junto de quem compartilha sua fé. Até mesmo nesse formato que a igreja tem hoje, vejo benefícios em frequentá-la. Os laços sociais de amizade e de ajuda que se estabelece em muitas igrejas é algo muito saudável.

Agora, que todos que frequentam uma igreja são imperfeitos, é o óbvio ululante, assim como não são perfeitas as pessoas da nossa família e geralmente agente não larga a família por causa disso...rssss

Mas concordando com a Anja, existem lugares que são chamados de igreja que mais adoece do que traz saúde a quem frequenta. Qualquer pessoa mais esclarecida terá grande incompatibilidade de estar ali.

Concordando com a Gui, a igreja é isso aí: luz e trevas - como todos nós.

Como bem disse o LEVI, o amor e o ódio são as faces da mesma moeda.

Guiomar Barba disse...

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ12 de junho de 2012 23:18
Oi, Guiomar.

Muito bom você ter tocado nisso e lembrado que Jesus pregou nas sinagogas (e também no Templo).

Eu acredito que todos precisam ser evangelizados, inclusive os crentes.

Jesus pretendia desconstruir muitas ideias e conceitos impostos pela religiosidade de seu tempo e penso que, na atualidade, não seria diferente com aqueles que creem na necessidade de comunicar boas novas.

Há crentes sofrendo por causa de dogmas, de doutrinas de homens, do obscurantismo, da falta de uma fé mais racional, das ilusórias teologias de prosperidade, da moral farisaica dos seus líderes que sufoca a ética, da falta de um relacionamento sincero com Deus, do medo de ir para o "inferno", de mentiras contadas por lobos oportunistas que só sabem deturpar o sentido da Bíblia, etc...

Como iremos nos esquecer dos crentes, amiga?!

Precisamos comunicar esse Evangelho de Cristo a toda criatura!

Precisamos ir aos bares e pontos de prostituição!

Precisamos ir nos presídios e nas cracolândias!

Precisamos ir nos hospitais e nas casas dos doentes!

Precisamos ir nas escolas e faculdades!

Precisamos ir nos programas de rádio e de TV!

Precisamos ir nas praças e lugares de lazer!

Precisamos ir nos protestos e reuniões políticas!

Precisamos ir aos policiais e quartéis das Forças Armadas!

Precisamos ir às favelas!

Precisamos ir aos condomínios de luxo onde há tanta gente carente de afeto e de convivência humana!

Precisamos ir às ONGs ecológicas!

Precisamos ir aos garimpeiros, aos madeireiros e aos produtores rurais que desmatam as florestas!

Precisamos ir aos centros de macumba!

Precisamos ir às igrejas!

É certo que cada lugar requer uma abordagem diferenciada conforme as necessidades do respectivo público. Todo ser humano é carente do amor de Deus, inclusive os padres, pastores e rabinos.

Bom dia dos namorados pra você e seu esposo!

Paz!

Responder

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ12 de junho de 2012 23:29
E digo mais, amiga!

Se temos uma inserção num determinado meio religioso, político ou cultural, devemos sempre aproveitar as oportunidades.

Segundo Atos, Paulo usou a sua cidadania romana e a sua origem judaica (ele também pregou em sinagogas).

Igualmente, eu não faço mais pouco caso de meu batismo quando bebê no catolicismo, nem mesmo a minha passagem por várias igrejas evangélicas. Tenho também aberto conexões com gente de outras religiões, inclusive falando da graça aos espíritas e, se um mestre kardecista convidar-me para compartilhar com eles aquilo que penso, estou à disposição.

Este ano, já entrei em reuniões de gnósticos e de budistas. Também tenho contatos com gente da Maçonaria. Com judeus, cabalistas e até um ou outro muçulmano também troco ideias. Só no facebook estou em grupos de debates das principais religiões.

Também já não me incomodo tanto em combater as crenças fundamentalistas das pessoas. Frequentemente deparo-me com tremendas absurdidades em todos os meios (principalmente entre os evangélicos). Ainda assim não desisto de encorajar meus irmãos a buscarem a essência da Palavra, algo que eu também preciso ficar atento para compreender.

Responder

Guiomar Barba disse...

Gui você me disse:

Gostaria de te lembrar que é exatamente a igreja, que mais tem acolhido os excluídos, os marginalizados pela sociedade. Tenho grandes testemunhos de igrejas que fazem um belo trabalho com os excluídos, sem cobrar-lhes um centavo. Nem todo pastor é mercenário.

Gui eu não sabia que a igreja é que mais acolhe os excluídos, mas eu sei do trabalho social da igreja e de tantos segmentos que existem por aí e pessoas no anonimato que fazem muito bem sem ser em nome de Deus.

Também penso que não cabe à Igreja o trabalho social e sim sua maior preocupação deveria ser o espiritual. O social é feito por nós da igreja devido a incompetência de nossos governos e fruto também do egoísmo que impera na sociedade como todo.

Eu não disse que todo pastor é mercenário. Não entendi sua observação pra mim. Até penso que quando a igreja se preocupava apenas com o dízimo ela era mais séria. Eu por exemplo sou a favor do dízimo e sou contra eventos e principalmente esta exploração que estão fazendo à custa do povo simples: venda de curas, objetos, shows, apelações do tipo precisamos converter o brasil.... rsrsrsrs

Concordo com o Edu e o Doni que a palavra igreja é uma adição e tradução tardia e que o intuito de Jesus era o Reino de Deus.

Anja , and e demais confrades eu penso que este espaço é diversificado e por isso interessante, pois existem diversos pensamentos e posturas diferentes como já foi bem definido:

QUANDO TODOS PENSAM IGUAL É SINAL DE QUE NINGUÉM ESTÁ PENSANDO GRANDE COISA. (ANDERSON)

Todos nós estamos sendo questionados o tempo todo interiormente pelos diversos pensamentos aqui colocados.

Também não acho que estes modelos de igreja de hoje servem para todo mundo. Eu por exemplo jamais ficaria em um lugar que não me sentisse acolhido e respeitado. Imagine então levar minha família para um lugar de morte... jamais.

and eu discordo de você:

srsrs dá nem pra comentar mais nada!

Mas é por estas e outras que evito ao máximo expor minhas ideias...

Você está parecendo Pedro um no cravo e outro na ferradura rsrsrsr

Veja por exemplo a Gui ela por assumir uma posição tem sido questionada e até discordada o tempo todo.

Até não entendi porque a Mari não postou! Ela poderia ter escolhido um tema espírita para podermos crescer. Alguém aqui conhece uma história parecida com a do Chico Xavier. Um homem que acreditou ter um dom e com esta crença ajudou a consolar tanta gente sem pedir um tostão e o que ganhava ofertava a entidades sociais? Tem religiosos que deveriam ter aula de religião com o Chico Xavier.

Por exemplo Anja e And eu tenho aprendido com o que vocês tem falado e denunciado e orientado e tem sido bom pra mim.

Assim como leio os argumentos de todos aqui com atenção e respeito.

Agora querer que todo mundo pense igual a mim é empobrecer demais este espaço.

Faço então das palavras do Edu a minha: Pode questionar as minhas crenças à vontade.

A única diferença com o Edu é que eu não tenho provas científicas de tudo que acredito rsrsrsrs

Responder

Guiomar Barba disse...

Guiomar Barba14 de junho de 2012 16:05
Gil, gostei do seu apelo para paz kkkkkkkkk Me senti sentada na confraria, escutando um apaziguador de ânimos.

Sim Gil, os excluídos, marginalizados pela sociedade, como prostitutas, ladrões, drogados, alcoólatras, favelados, homossexuais (os que não estão conformados com sua sexualidade), etc.

Quando eu falei que nem todo pastor é mercenário, não foi agressão, foi revolta pelos Edis Macedo da vida.

No meu ponto de vista a igreja, são os membros. Jesus nos deu o exemplo, Ele usou a palavra e também a bacia e a toalha.

O que você acha que deve ser feito com montões de dízimos e ofertas? Eu sou inconformada com o ouro do vaticano e com o luxo de inúmeros templos de vários credos.

Jesus se preocupava com as multidões aflitas, sem pastor. Ele as via abandonadas. A maioria dos líderes não querem pôr o interesse do povo sofrido acima dos seus interesses.

Guiomar Barba disse...

Todos os demais comentários, poderão ser encontrados em:http://logosemithos.blogspot.com.br/2012/06/ou-falacia-entraram-emcafarnaum-e-logo.html#comment-form

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