terça-feira, 8 de abril de 2014











Extraído da Revista Ultimato novembro/dezembro 2013

ALÉM DO PODER DO PECADO, O AMERICANO PRESO NA FLÓRIDA PRECISA CONHECER O PODER D PERDÃO!

O missionário  americano de 45 anos, solteiro, criado no Brasil e professor de linguística, preso ao desembarcar em Orlando, Flórida, sob a acusação de produzir e comercializar imagens de crianças para fins pornográficos, não é inocente. Ele pecou gravemente contra Deus, contra sua missão, contra a infância e contra a sociedade. As medidas tomadas pelas autoridades policiais brasileiras e norte-americanas foram justas. Ele terá de sofrer as consequências do crime. O delito cometido aponta para o poder da lei do pecado, mencionada por Paulo na Carta aos Romanos.

A despeito de tudo, alguém tem de acenar para ele o poder do perdão, caso haja arrependimento tão grande quanto o mal praticado. O único pecado imperdoável é o pecado contra o Espírito Santo. No caso, perdão não significa ser dispensado das grades de uma penitenciária, mas da acusação que pesa sobre ele da parte do Deus santo.

O desagradável acidente, que trouxe sério prejuízo à pregação do evangelho, precisa trazer à tona também o poder do perdão. Além de ser absolutamente santo, Deus é imensamente misericordioso. A Bíblia mostra ambas as coisas: "Vejam como Deus é bom e também é duro" (Rm 11.22).

Além de perdoada, a prostituta de Jericó veio a se casar com um israelita e tornou-se mãe de um homem da estirpe de Boaz, um ancestral de Davi e de Jesus. O rei que sucumbiu ao olhar adúltero -- deitou-se com a mulher de um general do seu exército e, para que suas esposas e seu povo não soubessem do adultério, mandou assassinar o marido traído -- alcançou o perdão de Deus. Uma vez casada com Davi, Bate-Seba veio a ser mãe de Salomão, o herdeiro do trono por escolha de Deus, compositor de 3 mil provérbios e mais de mil canções e construtor do templo de Jerusalém. Jesus era descendente de Davi e Bate-Seba. Um dos membros da igreja fundada por Paulo em Corinto cometeu "uma imoralidade sexual tão grande, que nem mesmo os pagãos seriam capazes de praticar", isto é, ele teve relações com a própria madrasta (1 Co. 5.1). Porém, depois que o homem foi punido e corrigido, o apóstolo escreve à igreja: "Agora vocês devem perdoá-lo e animá-lo para que ele não fique tão triste, que acabe caindo em desespero" (2 Co 2.7). Quando um dos criminosos condenados à morte na mesma sexta feira e no mesmo sítio em que Jesus estava pregado na cruz assumiu o seu crime e pediu ao Senhor que fosse misericordioso com ele, Jesus lhe disse: "Hoje você estará comigo no paraíso" (Lc 23.43).

Discursar sobre o poder do pecado sem discursar sobre o poder do perdão é uma injustiça muito grave contra Deus e contra o pecador. É tão grave quanto discursar sobre o poder do perdão sem discursar sobre o perdão do pecado! 



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5 comentários:

Guiomar Barba disse...

Estou trazendo os comentários feitos no face por pessoas que lamentavelmente, não conseguiram postar diretamente no nosso blog.

Guiomar Barba disse...

Kris Soares NUNCA CONSIGO POSTAR NADA NO SEU BLOG. PORÉM ACHEI MUITO interessante esse texto e não poderia deixar de comentar para ver que todos esses homens da bíblia citado foram perdoados por DEUS teve um arrependimento genuíno e não uma dor na consciência de que fizeram algo errado. Infelizmente muitos têm DEUS como um DEUS CARRASCO ou Alguns brincam pecando e depois vão pedi perdão a DEUS e serão perdoados. Precisamos também saber sobre o arrependimento e que só conseguimos com a AÇÃO DO ESPIRITO SANTO DE DEUS. Se não fosse assim nós seres humanos estaríamos perdidos,pela graça do SENHOR somos livres e libertos.
59 min · Curtir (desfazer) · 1

Unknown disse...

"É tão grave quanto discursar sobre o poder do perdão sem discursar sobre o perdão do pecado!" Penso que você quis dizer, "É tão grave quanto discursar sobre o poder do perdão sem discursar sobre o poder do pecado!" A mensagem do Evangelho nos revela quão miseráveis nós somos e a nossa necessidade de Deus.

Guiomar Barba disse...

Unknown, obrigada pelo comentário. Espero que volte outras vezes.
Estou esclarecendo que este texto não é da minha autoria, como coloquei acima, extrai da Ultimato, mas está literalmente copiado.
Entendo que o autor disse que ao falar sobre o poder do pecado, não podemos cometer a injustiça de não falar sobre o perdão dos pecados.
Abraço.

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Paz e graça, minha irmã.

Embora corriqueiro para o mundo, o caso é grave para a Igreja pois, pelo que li no texto postado, tratava-se de um missionário que estava obtendo lucros com a pornografia infantil. Mas nem por isso ele será considerado imperdoável aos olhos graciosos de Deus.

Concordo com boa parte do artigo e acho que o autor abordou o assunto com clareza. Certamente que quem comete seus delitos precisa acertar as contas com a Justiça. Tal pessoa precisa encarar o devido processo legal, terá seu direito de defesa, a assistência de advogados e, após ser condenado, cumprirá sua pena. Porém, quer se livre ou não da cadeia, há perdão para ele diante do trono do Pai sendo que o Juiz de toda a Terra tem o seu modo de tratar com cada um de nós. Aí Deus já não leva em conta as nossas leis, mas sim os seus elevadíssimos critérios nem sempre entendidos por nossa mente limitada.

Quanto à postura da Igreja, ela não pode ser omissa já que Deus também nos concede o poder de julgar dentro do ambiente eclesiástico com uma finalidade disciplinar. Contudo, o nosso juízo nunca se assemelhará ao mundo e terá sempre consigo a misericórdia e a promoção do arrependimento bem como da reparação por parte do lesionador tal como fez o publicano Zaqueu voluntariamente ao se converter quando viu Jesus entrando na sua cidade.

Um abraço.

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