quinta-feira, 17 de abril de 2014

SOLTEIRA SEM AMARGURAS


Ouça, ó filha, considere e incline os seus ouvidos: Esqueça o seu povo e a casa paterna. O rei foi cativado pela sua beleza; honre-O, pois Ele é o seu senhor.” (Salmo 45.10,11).


Ouço o lamento, muitas vezes amargurado, de moças que não encontraram um marido com quem pudesse dividir suas vidas. As dores daquelas que não desejam ser usadas como objetos descartáveis, antes querem ser amadas, compartilhar um leito conjugal com sexo e amor. Todas elas trazem, no seu ser, o desejo nato de ser mães.

Mas o que fazer quando a vida não lhes reservou o aconchego deste lar, quando o altar lhes negou a benção da troca de alianças e o tempo vai rompendo diante delas as últimas esperanças?
Há algum tempo atrás, uma jovem senhora me contou que, percebendo que o tempo não lhe era favorável, suas esperanças estavam por um fio, então fez uma profunda e sincera oração dizendo a Deus que, se Ele não iria lhe dar um marido, ela aceitaria muito bem, mas que não queria ser uma solteirona frustrada, amargurada; queria ser uma solteira muito feliz! Queria estar sempre contente na vida.
Alguém pode perguntar: mas ela casou? Sim ela casou depois dos trinta, no entanto, a atitude do coração dela é exatamente o que desejo focar neste texto. Uma disposição de fazer a vida feliz independente de “outra metade”. Fazer-se completa com o que a vida lhe proporcionasse. Entendendo que a felicidade de uma mulher não está em um homem e sim na sua própria escolha de viver uma vida abundante.
Em fase inicial de ministério, quando ainda cheia de medos e questionamentos sem respostas, Deus falou profundamente ao meu coração, através do Salmo quarenta e cinco acima citado, particularmente nos versículos dez e onze. Eu havia “esquecido” o meu povo, a casa do meu pai fazia alguns anos, quando decidi vivier indepoendente. Mas após ser voccionada por nosso grande Mestre para o ministério, com dependentes de drogas, esta declaração audível e doce me enterneceu profundamente. Não podia compreender porque “O Grande Rei havia sido cativado pela minha beleza”. Finalmente,que beleza? Não havia dúvidas no meu entendimento que se tratava de uma beleza subjetiva, entretanto, para mim, meu ser era uma deformação, estava anos luz aquém da formosura do Mestre, de quem devo ser o reflexo. Compreendi, por certo, que Ele nos vê glorificados na eternidade, quando então seremos como Ele é.
Confesso que não era fácil para mim, a solteirice. Quantas vezes aconselhava casais, quantas vezes desfrutava da companhia de casais, que se despediam para os seus lares enquanto eu voltava para meu quarto, para a minha cama, sem braços, sem abraços, sem beijos  murmúrios. Às vezes sentia a solidão escurecer os meus dias, mas eu sempre sabia que, além das nuvens negras, eu estava sob a soberania do Pai. A sua vontade era boa, perfeita e agradável para a minha vida, disto eu tinha certeza.
Aconselho, portanto, às solteiras, que tenham o coração maleável, disposto a “honrar a Jesus, pois Ele é o seu senhor”. Só assim, poderão ser felizes, na solteirice ou no casamento.

“Canta alegremente, ó estéril, que não deste a luz; rompe em cântico, e exclama com alegria, tu que não tiveste dores de parto; porque mais são os filhos da mulher solitária, do que os filhos da casada, diz o SENHOR.
Amplia o lugar da tua tenda, e estendam-se as cortinas das tuas habitações; não o impeças; alonga as tuas cordas, e fixa bem as tuas estacas.
Porque transbordarás para a direita e para a esquerda; e a tua descendência possuirá os gentios e fará que sejam habitadas as cidades assoladas.
Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra.
“Porque o Senhor te chamou como a mulher desamparada e triste de espírito; como a mulher da mocidade, que fora desprezada, diz o teu Deus.” (Isaías 54.1-6).
Por Guiomar Barba.



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terça-feira, 8 de abril de 2014











Extraído da Revista Ultimato novembro/dezembro 2013

ALÉM DO PODER DO PECADO, O AMERICANO PRESO NA FLÓRIDA PRECISA CONHECER O PODER D PERDÃO!

O missionário  americano de 45 anos, solteiro, criado no Brasil e professor de linguística, preso ao desembarcar em Orlando, Flórida, sob a acusação de produzir e comercializar imagens de crianças para fins pornográficos, não é inocente. Ele pecou gravemente contra Deus, contra sua missão, contra a infância e contra a sociedade. As medidas tomadas pelas autoridades policiais brasileiras e norte-americanas foram justas. Ele terá de sofrer as consequências do crime. O delito cometido aponta para o poder da lei do pecado, mencionada por Paulo na Carta aos Romanos.

A despeito de tudo, alguém tem de acenar para ele o poder do perdão, caso haja arrependimento tão grande quanto o mal praticado. O único pecado imperdoável é o pecado contra o Espírito Santo. No caso, perdão não significa ser dispensado das grades de uma penitenciária, mas da acusação que pesa sobre ele da parte do Deus santo.

O desagradável acidente, que trouxe sério prejuízo à pregação do evangelho, precisa trazer à tona também o poder do perdão. Além de ser absolutamente santo, Deus é imensamente misericordioso. A Bíblia mostra ambas as coisas: "Vejam como Deus é bom e também é duro" (Rm 11.22).

Além de perdoada, a prostituta de Jericó veio a se casar com um israelita e tornou-se mãe de um homem da estirpe de Boaz, um ancestral de Davi e de Jesus. O rei que sucumbiu ao olhar adúltero -- deitou-se com a mulher de um general do seu exército e, para que suas esposas e seu povo não soubessem do adultério, mandou assassinar o marido traído -- alcançou o perdão de Deus. Uma vez casada com Davi, Bate-Seba veio a ser mãe de Salomão, o herdeiro do trono por escolha de Deus, compositor de 3 mil provérbios e mais de mil canções e construtor do templo de Jerusalém. Jesus era descendente de Davi e Bate-Seba. Um dos membros da igreja fundada por Paulo em Corinto cometeu "uma imoralidade sexual tão grande, que nem mesmo os pagãos seriam capazes de praticar", isto é, ele teve relações com a própria madrasta (1 Co. 5.1). Porém, depois que o homem foi punido e corrigido, o apóstolo escreve à igreja: "Agora vocês devem perdoá-lo e animá-lo para que ele não fique tão triste, que acabe caindo em desespero" (2 Co 2.7). Quando um dos criminosos condenados à morte na mesma sexta feira e no mesmo sítio em que Jesus estava pregado na cruz assumiu o seu crime e pediu ao Senhor que fosse misericordioso com ele, Jesus lhe disse: "Hoje você estará comigo no paraíso" (Lc 23.43).

Discursar sobre o poder do pecado sem discursar sobre o poder do perdão é uma injustiça muito grave contra Deus e contra o pecador. É tão grave quanto discursar sobre o poder do perdão sem discursar sobre o perdão do pecado! 
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