sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017




                                                           SEDE DE SANTIDADE

Ó Deus sinto ainda latente a presença de Jacó,
Neste precipício que me entranha a alma. 
Apegada ao teu anjo, já estou manquejando, 
Sinto, no entanto, que não raiou a aurora.

Sei que penetras o mais profundo do meu ser.
Não existem sentimentos turvos que não vejas.
Brilhe a luz do teu Santo Espírito em minh’alma, 
Dissipando toda a densidade destas trevas.

Não quero honrar-Te apenas com os meus lábios,
Não cabe nas vozes o muito que tenho a Te dizer.
Mas suplico-Te, como Jacó, que me abençoes
Quero a metamorfose que gerou teu Israel.

Que caiam à minha volta, todos os meus muros,
Que à Tua vista eu seja totalmente descoberta.
Remove este tecido pelo qual estou formada,
E veste-me com nobreza, como o fizeste a Josué.

Que a cruz me aponte para a Tua misericórdia.
Me fazendo lembrar do perdão dos meus pecados. 
Quero entender que as Tuas leis são para bem.
Elas me mantêm no equilíbrio da liberdade.

Por Guiomar Barba.



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