quarta-feira, 8 de março de 2017

                                        OS DOIS REINOS E O SOL DA JUSTIÇA

“O meu Reino não é deste mundo”... “Logo, tu és rei?”. A afirmação do rei dos reis para um incrédulo representante oficial do maior imperador de então, o César Augusto, supremo governante do Império Romano.

Impossível acreditar que alguém maniatado, ferido, ultrajado, que nunca demonstrou nenhum poder militar, incapaz de qualquer reação aos agressores, fosse rei de alguém ou de alguma coisa. Mas sua afirmação era: “o meu Reino não é deste mundo”. 

Posto o dilema, a pergunta sarcástica do governador Pilatos estaria respaldada na verdade de que as autoridades judaicas haviam levado à execução da pena máxima um blefe? Um rei de mentira?
Decorridos mais de dois mil anos nada que se pareça com o que se sabe ser um reino, sob o domínio daquele que afirmou existir um reino de outro mundo é crível para, certamente, a maioria dos súditos do reino deste mundo, que também, por essa esmagadora maioria, não é percebido como um reino. Afinal de contas não se entende que haja governante mundial único. E por enquanto não há, conhecido, de fato, ou talvez, melhor dizendo, de direito. 

 Mas o que não se vê não é verdade?

Quantos podem ver por olhos nus o movimento do trânsito contínuo, à velocidade de milhões de quilômetros por segundo, da luz do sol até a terra? 

Para quem “um dia é como mil anos e mil anos como um dia”, dois mil anos são apenas oportunidade. Oportunidade de busca por conhecimento sobre aquela pessoa acerca de quem está escrito que “todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Ele é Senhor”, sobre quem está escrito que é o sol da justiça e que é a luz do mundo. 

Como predito e escrito o ambiente do reino deste mundo prospera em degradar-se e a maioria dos súditos prosperam numa autofagia sem precedentes, violentando-se e violentando enquanto seu rei, por ora virtual, apenas aguarda o momento oportuno de revelar-se e demostrar na prática a que veio e o poder do seu cetro.

Creia-se ou não, a verdade é que há, exclusivamente, dois reinos, um deles translúcido, cuja glória e Rei é o SOL DA JUSTIÇA e sua LUZ suficiente para alumiar os que se reconhecem caminhando em trevas, ainda capazes de se dispor a busca da verdade. O outro reino, ansioso pela liberdade no governo dos humanos, camuflado sob o seu negro véu, logo, logo demonstrará o caráter destrutivo do seu império.

JESUS, O CRISTO DE DEUS e Lúcifer o Satanás da tríade maligna. Não há meio termo, não há terceira via. Você é súdito livre de JESUS o SENHOR, ou súdito enganado e forçado de Satanás.
Somente a luz do Sol da Justiça poderá fazer você enxergar. Busque-a!

Jair Vieira da Rocha - pastor.



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